Enquete do PL 827/2020

Resultado

Resultado final desde 24/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 57 33%
Concordo na maior parte 7 4%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 14 8%
Discordo totalmente 95 54%

O que foi dito

Pontos mais populares

na situação de emergência as pessoas não podem ser jogadas na rua.

Assinante 06/08/2020
15

Legaliza o descumprimento doloso do pacto contratual e institui a insegurança jurídica dos contratos, além de penalizar economicamente e sem justa causa o locador.

Ary Lage 12/05/2021
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 40 encontrados.

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  • Ponto negativo: seres iluminados sempre tem ideias lindas como essa! quem vive de renda de aluguel faz o que?

    marcelo alves dos santos 12/10/2021
    0
  • Ponto positivo: A vida é o bem maior e deve prevalecer em relação aos direitos patrimoniais, sobretudo em meio à pandemia.

    Betania Alfonsin 29/09/2021
    0
  • Ponto positivo: O PL 827 atende uma recomendação da ONU Habitat que pediu aos Estados membros a suspensão dos despejos na pandemia. Possui também um caráter humanitário considerando a sua temporalidade e brevidade. Vai apenas até o mês de.dezembro. Neste período da pandemia, segundo a Campanha Despejo Zero, milhares de pessoas foram ameaçadas de despejo ou perderam duas moradias. Neste mesmo tempo, o atual governo acabou com o Programa Minha Casa, Minha Vida deixando milhões de famílias desamparadas.

    Benedito Roberto Barbosa 29/09/2021
    0
  • Ponto negativo: Esse projeto é um absurdo. Estão transferindo para o cidadão o insucesso das políticos governamentais, no caso do Congresso Nacional.

    Bruno 28/09/2021
    1
  • Ponto negativo: Interferir no mercado nunca deu certo, o proprietário de um imóvel tem que ter segurança jurídica, a lei já protege os maus pagadores, os benefícios sociais não podem ser custeados pelos particulares. O judiciário já tirou o direito do proprietário receber o atrasado dos caucionantes, agora essa aberração, está na hora de incentivar a construção de novos imóveis que o mercado abaixa o aluguel e não de desistimular os investimentos em moradia.

    Eduardo 27/09/2021
    1
  • Ponto positivo: Justiça social atribuída compulsoriamente a sociedade somente aumenta a injustiça. Seria o mesmo que tabelar os preços como já foi visto. O mercado se auto regula. Não funciona!

    Fernando Santi 10/08/2021
    2
  • Ponto positivo: " Onde há muita Luz , as sombras são mais profundas ".

    Pericles José electo junior 08/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Na minha opinião a aprovação dessa lei é 1 absurdo, pq ao invés de aprovar essa lei CONTRA 1 pessoa que as vzs só tem como fonte de renda esse imóvel, e, q o locatário mtas vzs por FALTA de caráter deixa de Pagar, os Srs deveriam votar na redução dos seus salários, e reverter em prol dos NECESSITADOS, + ISSO os Srs não fazem pq VALE TUDO DESDE QUE NÃO SEJA NOS BOLSOS DOS SRS. CONCLUSÃO FAZER BONITO COM O SACRIFÍCIO DOS OUTROS É FÁCIL, QUERO VER OS SRS FAZEREM BONITO COM OS SEUS PRÓPRIOS MEIOS

    Isabel Maria 24/07/2021
    3
  • Ponto negativo: Todos! Como ficam os proprietarios que possuem um ou outro imóvel como renda? o pagto de IPTU? Facil para o congresso fazer "justiça social" com bem alheio não?!

    Enio Murilo 21/07/2021
    4
  • Ponto negativo: Podem até aumentar o valor do aluguel com isso. Apesar que em sp, capital, o aluguel é a partir de R$ 700,00 e olha lá o tamanho da casa. Acredito que deveria ser qualquer valor e possíveis abatimentos no aluguel caso a pessoa tenha ficado desempregada. A lei do inquilinato já prejudica bastante os inquilinos, e tem muitos donos que não quer assumir responsabilidades da parte dele e joga tudo na conta do inquilino.

    Angel SMR 16/07/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei