Enquete do PL 823/2020

Resultado

Resultado final desde 24/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 24 61%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 13 33%

O que foi dito

Pontos mais populares

ajuda os mais pobres

Matheus Lima 29/03/2020
4

Os critérios de baixa renda, excluem muitos autônomos com custos fixos, que estariam em faixa intermediarias.

Evandro Rossi 26/03/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto negativo: O certo é cada indivíduo negociar sua dívida com seu credor. A interferência estatual nas relações privadas é desastrosa e caótica, pode levar o país ao colapso econômico.

    Taís Cristina Reginaldo 23/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Nao há. A proposta é positiva, assim como outras medidas já foram ou estão sendo tomadas nesse momento obscuro que estamos vivendo.

    RODRIGO VASCONCELOS 13/04/2020
    0
  • Ponto positivo: Os cidadãos estão impedidos de trabalhar e consequentemente ficou sem renda, como vai honrar seus compromissos, seja de cartão de crédito, empréstimos, boletos etc. com os bancos que lucram bilhões todos os anos em cima do suor dos seus clientes? É desumano realizar cobrança numa situação como essa! Se nada for feito, o banco joga juros e multa na conta do cidadão, tornando uma dívida impagável.

    RODRIGO VASCONCELOS 13/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Positivo o entendimento sobre esse período. Estaríamos respondendo a atenção delicada do momento em que vivemos, e todo respiro sera bem vindo! Nao seria deixar de pagar mas compreendo que adiar e parcelar sera algo que a ponta em todo negocio merece...

    Claudio Sam 04/04/2020
    2
  • Ponto negativo: Imagine o que 90 dias sem recebimentos causaria nos pequenos empresários, donos de provedores que já sofrem com vários outros problemas e ainda prorrogar vencimentos em 90 dias e ainda diluir o pagamento em demais mensalidades, um absurdo, milhares de empresas terão que fechar suas portas. Será se nossos fornecedores, os salários dos funcionários, e demais gastos também terão 90 dias pra pagar? Com certeza não.

    Matheus Crisóstomo 01/04/2020
    0
  • Ponto negativo: A quebradeira, desemprego, inflação só tenderão a crescer de firma absurdamente rápida.

    JB ST 01/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Por favor atente que uma parcela significativa dos prestadores de Internet no Brasil não são grandes operadoras com muito dinheiro no caixa e incentivos do governo. São micro e pequenas empresas, as vezes médias que possuem um frágil fluxo de caixa e precisam dessa receita para manter-se operacionais. Entendo o apelo de que as pessoas precisam de internet nesse período mas o efeito de uma medida como essa pode ser o contrário, de fechar essas pequenas empresas e deixar todo mundo sem internet.

    Bruno Rocha 01/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Para tentar amenizar os pequenos comerciantes.

    Heron Oliveira 31/03/2020
    4
  • Ponto positivo: Facilita o micro empreendedor organizar nesse período tao dificil! Diria que poderia ser pago so o minimo , sem ocorrencia de juros, para depois com o retorno normalizada, dividir os meses em parcelas

    Jussara Ribeiro 31/03/2020
    3
  • Ponto positivo: Contribui para estabilizar também a classe média e os autônomos que utilizam cartão de crédito, dado que estes irão/estão priorizando as compras emergenciais e podem não conseguir quitar a fatura completa em decorrência do isolamento social.

    Rafael Almeida 30/03/2020
    4

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  1. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. RIC 2446/2026

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  3. PL 4952/2026

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  4. PL 4916/2026

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  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 3738/2026

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