Enquete do PL 779/2020

Resultado

Resultado parcial desde 19/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 37 94%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 1 3%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Devido a situação atual é impossível que qualquer trabalhador ou pessoa que esta desempregada (no seguro desemprego) consiga uma fonte de renda... É obrigação dos nossos governantes não prorrogar por 90 dias mas sim prorrogar enquanto essa crise continuar. A economia depende de nós, assalariados, e eu sei o quão caro vai custar isso aos cofres publícos, mas dependo do seguro para pagar meu aluguel e minha comida. Tenho uma esposa que nem está no seguro e sustento minha casa com 1000,00 reais.

Gabriel Maciel 23/03/2020
10

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Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo totalmente Perdi o emprego por conta da pandemia agora recebo o seguro desemprego, porem ja acabando, estou atras de emprego mas tá muito difícil encontrar um nesse momento que estamos passando, minha única renda atualmente e o seguro quando acabar se eu nao tiver arrumado um trabalho nem sei o que vou fazer. Por isso peço q estedam mais um pouco essas parcelas vai ajudar mt.

    Theo Junior 26/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Positivo muito bom neste momento precisamos pensar em quem esta desempregado e passando necessidade e o mínimo que podemos fazer parabéns ao deputado .

    Ezekyel Kardoso 26/10/2020
    0
  • Ponto positivo: No momento estou passando exatamente por este caso fiquei desempregado na pandemia e já peguei minha 5 parcela esse mês de outubro,e no momento já larguei vários currículos e até agora nada ainda e mês que vem não sei o que meus filhos vão comer e como vou poder pagar minhas contas Acredito primeiro em Deus ?? que tudo vai dar certo pois estamos precisando muito da ajuda do Nosso Governo Agradeço a todos pela compreensão

    Lidio Conect 24/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Isso será excelente ????????

    Peterson Santos 24/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Eu acho que o seguro desemprego deveria ser pago a todos que foram demitidos desde janeiro pois a a crise do vírus já estava e só quiseram falar dela após as festas e aí veio o desemprego,eu fui mandada embora em abril,e agora não consigo emprego estou sem renda,essas duas parcelas se for aprovada vai me ajudar e muito,porque até hoje está em análise para ser liberadas,seriam de grande ajuda a todos,no meu ver dinheiro existe e só falta uma força do governo para fazer essa PL ser autorizada??

    Sï Mendonça 24/10/2020
    0
  • Ponto positivo: A favor, mas vejo que as leis benéficas ao trabalhador são como partos para uma mulher, estamos vivendo dias terríveis com toda falta de estrutura e base emocional devido à situação a que se encontra , mesmo assim , não temos retorno se quer de qualquer político mediante a prorrogação do seguro desemprego , estamos a deriva e sem esperança de dias melhores , lamentável .

    Cláudio Monteiro 23/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Mais que justo né

    Angelo ramos 22/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com essa decisão, até porque eu não consigo emprego devido a minha idade 45anos .isso também foi liberado auxilio pra população que nunca pagou INSS e estão recebendo e eu que contribuo a mais de 25anos e é justo ampliar o seguro desemprego.

    Elias Souza 22/10/2020
    0
  • Ponto positivo: É mais que justo, o desemprego já estava terrível e agora piorou ,como vamos viver ? Precisamos da ajuda vocês !!

    Rose Barrera 22/10/2020
    1
  • Ponto positivo: acho mais que justo!

    Rodrigo Alarcão 24/03/2020
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.