Enquete do PL 744/2020

Resultado

Resultado final desde 18/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 778 97%
Concordo na maior parte 14 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 9 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Valorizar o profissional da Saúde

Edivando Pedro 19/03/2020
110

Em se tratando de serviços essenciais, há outros que estão cumprindo suas tarefas, sem abalo econômico. Mercados, farmárcias e outros estabelecimentos também tem funcionários correndo riscos. Seria necessário implementar o pagamento de insalubridade (talvez em um grau menor) para esses trabalhadores.

Jonathan Santos da Silva 01/04/2020
32

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 95 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Deveria ser abrangido para todos os profissionais na linha de frente do Covid-19. Seja em hospitais, postos de atendimento ou ambulatoriais do Covid-19.

    Fernanda 07/09/2021
    1
  • Ponto negativo: Acredito que todos os profissionais expostos ao covid-19 devem receber esse adicional de insalubridade, não apenas os profissionais que estão alocados em hospitais. Eu, por exemplo, trabalho em farmácia privada coletando testes de covid o dia inteiro em uma sala minúscula, me expondo diretamente ao vírus. Acho que os profissionais coletadores também devem ser incluídos e todos os outros que se expõe diretamente ao vírus.

    Bruna Rebhahm 11/05/2021
    2
  • Ponto negativo: Acredito que não deveria ser só com profissionais de hospitais que cuidam de pacientes COVID-19 mais em toda instituição de saúde que lidam com covid e outras doenças inclusive laboratórios de análises clínicas e outros

    Marcos Azevedo 25/04/2021
    2
  • Ponto positivo: Acredito que não só na pandemia ?? mais todo profissional de saúde que trabalham em ambientes insalubres correndo o risco iminente de contrair qualquer doença ?? ocupacional cuidando das pessoas que ele nem mesmo conhece! Mas q escolheu essa linda profissão!

    Marcos Azevedo 25/04/2021
    3
  • Ponto positivo: Acredito que todo trabalhador da área da saúde deveriam ganhar 40% de insalubridade, independente da Covid,pois,trabalhamos o tempo todo,colocando nossa vida em perigo, até mesmo de outros patógenos nocivos a saúde.

    Rosy Mery 01/03/2021
    3
  • Ponto positivo: Os trabalhadores da saúde que estão trabalhando em unidades de atendimento a pacientes com COVID 19 arriscam sua saúde e a de seus familiares cotidianamente, tem o direito de receberem o auxílio insalubridade em grau máximo.

    Catia F. Viana 01/09/2020
    5
  • Ponto negativo: Não é só em hospitais mais também nas ambulâncias que são transferidos esses pacientes.

    Gabriel Rosario Dos Santos 16/07/2020
    2
  • Ponto positivo: Reconhecimento do risco que cada trabalhador sofre .

    Gabriel Rosario Dos Santos 16/07/2020
    1
  • Ponto positivo: É fundamental o adicional de insalubridade frente ao altíssimo grau de risco biológico devido a prolongada exposição que o profissional de saúde que lida com o cuidado direto do paciente com COVID19 está exposto. O índice de contágio nas equipes é altíssimo e o Brasil é o país onde, até o momento, mais médico morreram em decorrência da contaminação ocupacional por coronavírus. Esse adicional já deveria ter sido liberado, pois é uma maneira justa de mitigar as consequências advindas da exposição.

    João Gabriel Villar Cavalcanti 09/07/2020
    4
  • Ponto negativo: Gostaria de saber se nos tecnicos de enfermagem que trabalhamos em laboratórios tbm receberemos os 40% de insalubridade pois coletamos exames de infectados.

    Rosana Aparecida Costa 22/06/2020
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.