Enquete do PL 702/2020

Resultado

Resultado final desde 18/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 65%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 5%
Discordo totalmente 11 28%

O que foi dito

Pontos mais populares

Por favor aprovem precisamos ficar em isolamento!

CHRISTIAN ROSSETTO 21/03/2020
3

As pessoas estarão livres para faltar e poderão informar o diagnostico sem terem certeza se é ou não Covid-19 o que onerará as empresas. Além da possibilidade do abuso.

Antonio Carlos de Macedo 27/03/2020
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: fiquei afastada por suspeita de covid, mas na semana anterior ao atestado já apresentava sintomas e os meus companheiros de trabalho ficaram uma semana sem trabalhar pq tiveram contato comigo, que acabei testando positivo e fiquei 11 dias internada, o afastamento de todos evitou mais transmissão, visto que mais uma funcionária depois tb testou positivo

    Elaine Assis 31/07/2020
    0
  • Ponto negativo: Vai parar as empresas. Ninguém vai aparecer para trabalhar.

    Paulo Rebelatto Jr 29/07/2020
    1
  • Ponto negativo: Piada. Político acha que o Brasil tem a cultura da Finlândia? Parabéns Alexandre Padilha.

    Gás Hélio 26/06/2020
    1
  • Ponto positivo: É de extrema necessidade a aprovação desta PL, dado ao fato da pandemia (COVID-19) está afetando todas as áreas da população brasileira trabalhadora.

    Miriam Alencar Marques 27/03/2020
    1
  • Ponto negativo: Empregados trapaceiam os empregadores ao natural. Com a medida aprovada qualquer resfriado será objeto de atestado, sendo estes falsos ou não.

    Mariane Hermann 27/03/2020
    5
  • Ponto negativo: A iniciativa deixa o empregador vulnerável em relação a simples afirmação pelo empregado sobre seu estado de saúde. O empregado poderá se afastar unicamente declarando sentir determinados sintomas.

    Roberto oliveira 27/03/2020
    5
  • Ponto negativo: As pessoas estarão livres para faltar e poderão informar o diagnostico sem terem certeza se é ou não Covid-19 o que onerará as empresas. Além da possibilidade do abuso.

    Antonio Carlos de Macedo 27/03/2020
    6
  • Ponto positivo: Diminuirá o contágio.

    Antonio Carlos de Macedo 27/03/2020
    1
  • Ponto positivo: Nesses casos não podemos ter burocracias que só propagam mais o vírus.

    Sandra Caballeria 27/03/2020
    1
  • Ponto negativo: A cultura da desconfiança ainda impera neste país

    Micheline Nuss 23/03/2020
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  2. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.