Enquete do PL 681/2020

Resultado

Resultado final desde 17/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 30 94%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

As crianças vão ter uma alimentação diguina.

Giseli Camargo 04/04/2020
4

O aumento do bolsa família pode coincidir com os pagamentos do auxílio emergencial de 600 reais ou 1.200 reais, que seria injusto o acúmulo de benefícios.

Carla Galvão 03/04/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto positivo: Seria ótimo se fosse aprovada, pois está muito difícil pra população eu prefiro mil vezes um emprego do que o valor dado pelo governo estou desde março de 2020 desempregada e não é por falta de estudos ou experiência e sim por falta de vagas de trabalho. tenho ensino médio completo, vários cursos profissionalizante , faço enfermagem, contabilidade e administração e mesmo assim não consigo nem se quer um serviço de operadora de caixa num mercado.Os empresários estão escravizando o povo dando mixa

    Bruna Santos 04/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Vai ajudar muito,afinal está cada dia mais difícil p algumas dessas pessoas conseguirem um emprego p poder sustentar suas famílias... só gratidão a todos q lutam pelos direitos daqueles q vivem em Extrema pobreza,Deus abençoe vcs ??

    Fran Santos 13/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Acho que está bom melhor do que nada o pouco com deus é muito e o muito sem deus é nada

    Mariete Barbosa 03/08/2021
    2
  • Ponto positivo: nessa crise tudo sobe a onde que as pessoas sobrevive com 375 reais com tudo caro nesse faze era pra tar tudo barato pra população poder sobreviver nesse mundo tem muita gente passando fome com os aumentos e vcs querem pagar mixaria pra população faça mil favor e só no nosso e enquanto vcs comem do bom e do melhor a população passa fome e pq vcs nunca passou por isso pra vcs tá mil maravilha me ajuda ai

    angélica cristina de greci 02/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Muitas famílias serão alimentadas

    Jailma Souza 02/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Vai ajudar muito a população mais necessitada

    Nice 01/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Vai tira muitos brasileiros da fome vcs não tem noção do que e ver um filho pedindo comida sem ter! E vai dar pra compra o botijão tbm que por sinal está muito caro

    Marisangela Santos 01/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Pois muitas famílias não estão recebendo o benefício auxílio emergencial só estão recebendo o bolsa família

    tonijonatas vieira bahia Jonatas 01/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Quantas famílias desempregada e com crianças passando necessidade, mãe sem ter como por filhos em creche e com um novo vírus com facilidade de se alastrar com muita fácilidade e rapidez. E a forma de transmissão maior vêm atravéz das crianças! Concordo plenamente sim pois crianças tem fome e não espera!

    Camila Portela Pimenta 01/08/2021
    1
  • Ponto positivo: vai ajudar muito tenho 4 filhos e ta dificil depois que começou a pandemia

    Amanda 31/07/2021
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.