Enquete do PL 675/2020

Resultado

Resultado final desde 17/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 68 2%
Concordo na maior parte 14 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 39 2%
Discordo totalmente 2.401 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há ponto positivo. Ideia irresponsável.

JOAO FIGUEIREDO FERREIRA 15/05/2020
82

Efeito domino, ninguém mais vai pagar nada.

Carlos Alves 10/04/2020
129

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 292 encontrados.

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  • Ponto positivo: Diante da situação mundial, em decorrência da pandemia deixei de honrrar com compromissos financeiros e me vi numa situação sem proteção nenhuma, tendo em vista que fiquei com restrinçoes, pois precisei optar em resguardar para natureza alimentar sou profissional liberal presto serviços para empresa nesta Pandemia perdi sete clientes que fecharam as portas esses cliente são de bares, restaurantes e academias, pessoas que dedicaram ao comércio um deles um senhor de idade, sem conseguir credito

    Thiago Fellipe 10/08/2020
    0
  • Ponto positivo: Caso for aprovado, o povo brasileiro conseguirá novas linhas de créditos junto as instituições financeiras com orientações seguras para sanar as dívidas, utilizando de uma forma consciente para dar continuidade a produtividade no empreendendorismo. Não causa uma insegurança financeira, pois a Emenda tem uma validade até o fim do ano de 2020, sendo que no ano seguinte, caso ocorra inadimplência, constará futuramente. Impossível não obter restrições em meio a um estado de calamidade.

    Renata 16/07/2020
    1
  • Ponto negativo: Irá fomentar a inadimplência e dar um salvo conduto aos devedores, agravando ainda mais a situação de empresários que visam receber suas dívidas. Além disso, pode gerar um aumento de ações de "negativação indevida" de dívidas devidas, pelo simples fato de a inscrição no cadastro de inadimplentes ter ocorrido durante a pandemia, invertendo e desvirtuando totalmente as garantias dos credores e dos devedores.

    Jaqueline Piovesan 13/07/2020
    0
  • Ponto positivo: excelente iniciativa !

    Victor Galvão 26/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Restrição na concessão e fomento de crédito em todo país e desaceleração no consumo e retomada da economia.

    Luiz Fernando Stefanutti 15/06/2020
    0
  • Ponto negativo: creio que não deveria ter sido desconsiderado a alteração feita pelo Senado, ainda mais como está a situação da maior parte dosa brasileiros, que precisam de crédito, mas não conseguem por estarem com restrições e vão acabar sucumbindo e a fila do desemprego e a economia vai despencar cada dia mais. Há de ser feito algo para quem está empregado, mas teve sua segunda ou mesmo a primeira renda comprometida devido ao COVID19, vejo muitas pessoas que querem pagar suas dívidas e reabilitar seus nomes

    Adriana A A Jardim 10/06/2020
    0
  • Ponto positivo: Eu compreendo a preocupação de quem é empresário, mas falo por mim, sempre paguei minhas contas e de repente me vi num beco sem saída. É bom lembrar que a medida não ampara maus pagadores, é temporária e dá um fôlego para os bons. Diminuí ao máximo minhas despesas e não uso essa suspensão para fazer novas contas, me comprometo apenas com aquilo que poderei de fato quitar daqui pra frente.

    Ariadne Oliveira 10/06/2020
    1
  • Ponto negativo: Será um retrocesso para o país, pois haverá aumento da taxa juros pela insegurança causada às instituições financeiras e abre as portas novamente aos maus pagadores. Será um caos.

    Junior Machado 09/06/2020
    0
  • Ponto negativo: Pl valoriza somente o calote e tira um dos poucos serviços prestados com respaldo e imparcialidade em nosso país!!

    Rodrigo Oliveira 09/06/2020
    0
  • Ponto positivo: As empresas ficaram de portas fechadas por 60 dias, aqui na minha cidade de Niterói-RJ, por determinação de decreto municipal, este fechamento acabou por completo com o capital de giro das empresas, deste modo o que restou foi o não pagamento de seus compromissos junto aos fornecedores, as empresas a principio não tinha nem como negociar, a não ser pedir para que os fornecedores não protestassem os títulos, pois assim que fosse reaberto as lojas, negociariam alguma forma de pagar, PROTESTARAM

    Luiz Gonçalves 09/06/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.