Enquete do PL 626/2020

Resultado

Resultado parcial desde 12/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 636 92%
Concordo na maior parte 20 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 36 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Precisamos acabar com a contratação de Engenheiros em vagas de Analista, exercendo funções compatíveis com a sua titulação, mas sem receber salários justos por isso.

Viviann Ribeiro 18/10/2020
37

Ao restringir os profissionais que podem atuar em determinada vaga pode-se acabar limitando o escopo de trabalho dos próprios engenheiros, uma vez que podem ser excluídos da seleção de determinada vaga. Deverá haver mecanismos para checar se a descrição das atividades de determinado cargo estão sendo exercidas pelo profissional correto

Francisco Leite 10/10/2020
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 43 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Acredito que esse projeto é essencial. Visto que muitas empresas utilizam diferentes nomenclaturas para burlarem o piso salarial dos engenheiros. Nos contratam como analistas mas somente um engenheiro especializado naquela área em específico conseguiria desempenhar as atividades do cargo.

    Regina Ivo 18/04/2023
    5
  • Ponto positivo: PL essencial para valorização dos profissionais de engenharia, visto que os mesmos tem sido desvalorizados ao longo dos anos. É extremamente necessária para continuidade e valorização da profissão.

    Danielle Ramos 16/11/2022
    6
  • Ponto positivo: PL essencial para a valorização do profissional que passou anos estudando e se capacitando para exercer a função de engenheiro para depois chegar no mercado de trabalho e na hora da entrevista de emprego ouvir do gestor ou entrevistante que a empresa em questão não contrata mais engenheiros, apenas analistas para qualquer cargo. Mais absurdo impossível. Concordo também com o estabelecimento de escalonamento de salários de acordo com o tempo de experiência de modo a viabilizar aos recém formados.

    Douglas Gabriel Breda 06/10/2022
    5
  • Ponto positivo: A aprovação desse projeto é essencial para a valorização dos profissionais e para coibir práticas abusivas por diversas empresas. Entretanto, sabe-se que será necessária uma forte atividade do CREA quanto aos "pisos" salariais a fim de não comprometer negativamente o mercado da construção, por exemplo.

    Renan Rocha 17/09/2022
    3
  • Ponto negativo: A questão do piso salarial poderia ser revisada de forma escalonada realmente. Algo como 5 a 6 salários mínimos para profissionais com até 2 anos de formação. 6 a 7 para profissionais com 2 a 5 anos de formação e o piso exatamente como é hoje para os que possuam mais de 5 anos de formação. Isso incentivaria as empresas a cumprir esse regulamento criado por essa lei sem criar outra designação genérica de forma adjetiva ao termo engenheiro. Poderá ocorrer de aparecer o Engenheiro Auxiliar.

    Rafael Carreiro 04/09/2022
    2
  • Ponto positivo: É necessário um plano de carreira com aumento gradual do piso, pois no início da carreira profissionais sofrem dificuldades para entrar no mercado, por sua vez os mais experientes ficam passando por vários níveis de analista (pleno, sênior, etc) ou coordenador de engenharia e pouco se vê registros de engenheiros como engenheiros. Na prática pagam um “profissional” para “assinar” pela empresa e contratam engenheiros como analistas para fazer o trabalho!

    Eva Correia Finkler 02/09/2022
    2
  • Ponto negativo: A maioria dos profissionais recém formados não tem conhecimento nem capacidade produtiva para receberem salários baseados no salário mínimo profissional da Lei 4950-A, o que inviabiliza sua função, principalmente em pequenas empresas. Deveria haver um plano escalonado de piso que leve em consideração a experiência e o tempo de formação dos profissionais, como é praticado em diversos acordos coletivos como nos estados de SC e RS.

    Antonio Marques Jr 31/08/2022
    4
  • Ponto positivo: PL essencial para a valorização dos profissionais de Engenharia, os quais estão sofrendo com uma desvaloriação gradual da sua carreira, sendo praticamente obrigados a aceitar cargos com salários abaixo do piso salarial e sem nenhum tipo de plano de progressão de carreira.

    Rafael Neves 26/08/2022
    3
  • Ponto positivo: É preciso inserir nessa proposta outros termos, como por exemplo "calculista" , "projetista". Os engenheiros mecânicos são a todo momento burlados utilizando esses termos. Muito mais do que o termo "analista" (pra quem é de especialização mecânica).

    Robson Almeida Dias 25/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Isso acaba com o "jeitinho" que muitos órgãos públicos usam para contratar excelentes profissionais, exigindo deles o máximo e pagando salário não digno de suas profissões.

    Anderson da Silva 25/08/2022
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  2. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.