Enquete do PL 559/2020

Resultado

Resultado final desde 05/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 28 90%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 10%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Serei pai em alguns meses e quero poder contar com a aprovação desta lei para amparar minha companheira e filho por mais tempo que os irrisórios 5 dias aplicados atualmente.

Lucas He Gomes 19/05/2020
8

Poderia ser ampliado para 30 ou 60 dias pois o papel do pai no apoio à mãe e ao bebê são essenciais nos primeiros meses.

Lucas He Gomes 19/05/2020
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: mas penso também no lado dos empresários com o aumento desses dias, precisaria de algum tipo de auxilio governamental para diminuir esse prejuízo da falta do colaborador!

    jose luiz pinheiro 05/04/2022
    0
  • Ponto positivo: em pleno 2022, estamos sobrecarregando as mulheres com essa tarefa que é muito difícil, ainda mais nos 3 primeiros meses! 5 dias chega ser cômico! o pai precisa urgentemente ser alguém mais presente na vida do seu filho e da sua esposa nesse momento que não é nada fácil, que necessita muito de ajuda dos conjugues!!

    jose luiz pinheiro 05/04/2022
    0
  • Ponto negativo: Entendo que a licença deveria ter como foco a criança, não o homem ou a mulher. Cabendo aos pais decidirem pelo gozo do período. Inicialmente, independentemente de quem ficaria com a licença, o parceiro teria direito a ficar tbm por, por exemplo, 30 dias ou 60 dias. Essa autonomia dos pais ajudaria a diminuir as diferenças de gênero.

    Luíza Mateus Marçal 11/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Ótima iniciativa. A sociedade mudou bastante. Não existe o mesmo suporte de avós no cuidado. A mãe fica sozinha ou, quem tem melhores condições, paga alguém para ajudar. Ainda entendo que a licença deveria ter como foco a criança, não o homem ou a mulher. Cabendo aos pais decidirem pelo gozo do período. Inicialmente, independentemente de quem ficaria com a licença, o parceiro teria direito a ficar tbm por, por exemplo, 30 dias ou 60 dias.

    Luíza Mateus Marçal 11/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Poderia ter algum auxílio as empresas durante o afastamento do empregado, assim não sentiriam tanto a ausência do mesmo.

    Johnatan Sampaio de Sousa 31/01/2021
    1
  • Ponto positivo: 5 dias são insuficientes. Nos primeiros dias a criança exige muito cuidado.

    Robson Amaral Bacarin 24/07/2020
    5
  • Ponto negativo: Acho que devia ter mais dias, pois a mãe fica muito sobrecarregada , principalmente nos primeiros meses, mas depois o papel do pai também é muito importante, sem contar que o fato de parecer que só a mulher teve um filho faz com que nós tenhamos menos orportunidades de trabalho ou salários reduzidos, então se essa licença for igualitária, não haverá diferença na contratação de homens e mulheres

    Ana Carolina Mattiuci 02/07/2020
    5
  • Ponto negativo: Carga tributária ao empregador

    Eduardo F. Schoenau 20/05/2020
    1
  • Ponto positivo: Equidade entre os os gêneros

    Eduardo F. Schoenau 20/05/2020
    6
  • Ponto positivo: Serei pai em alguns meses e quero poder contar com a aprovação desta lei para amparar minha companheira e filho por mais tempo que os irrisórios 5 dias aplicados atualmente.

    Lucas He Gomes 19/05/2020
    8

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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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