Enquete do PL 528/2020

Resultado

Resultado final desde 04/03/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 7%
Concordo na maior parte 6 3%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 9 5%
Discordo totalmente 147 84%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há...Isso não benefecia nada

Lourival Otto 18/03/2024
10

Biodiesel está causando inúmeros problemas no campo desde que atingiu 10%. Filtros entopem, ocorre formação de borra em vários componentes, caminhão pára por depósitos. Emissões de escapamento aumentam muito. Caminhão solta fumaça. Europa limitou em B7 por isso. Novos caminhões não vão funcionar com teores maiores e meio ambiente será prejudicado.

Assinante 10/03/2020
33

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto positivo: Seria positivo se o Governo criasse um novo combustível Chamado Gasohol, este poderiam botar o que quisessem dentro, e manter os combustíveis de forma original, como opção de compra, Gasolina 100$, Etanol 100% e o Combustível do Amor Bioverde ecopower ultra sustentabilista, Sugestão de nome e composição “Combustível do amor”- 30% gasolina, 40% Etanol, 20% compostos orgânicos e 10% compostos diversos. Este seria o combustível do governo é minha sugestão.

    Metal Gold 15/04/2024
    2
  • Ponto positivo: Seria positivo se o Governo criasse um novo combustível Chamado Gasohol, este poderiam botar o que quisessem dentro, e manter os combustíveis de forma original, como opção de compra, Gasolina 100$, Etanol 100% e o Combustível do Amor Bioverde ecopower ultra sustentabilista, Sugestão de nome e composição “Combustível do amor”- 30% gasolina, 40% Etanol, 20% urina de animais e 10% compostos diversos. Este seria o combustível do governo é minha sugestão.

    Metal Gold 15/04/2024
    1
  • Ponto negativo: O etanol possui um poder calorífico inferior ao da gasolina, o que pode reduzir a eficiência dos motores e aumentar o consumo de combustível, aumentando consequentemente a poluição pela queima incorreta do mesmo. O etanol pode ser corrosivo para certos materiais utilizados em motores e sistemas de combustível, potencialmente causando danos e aumentando os custos de manutenção. Sua produção em grande escala pode levar à conversão de áreas em plantações, resultando em mais desmatamento.

    MATEUS FAGUNDES DE CARVALHO SOUZA 01/04/2024
    3
  • Ponto positivo: Nenhum ponto positivo! Não irá beneficiar o meio ambiente pois o consumo do veículos irá aumentar jogando mais poluente no ar. A indústria vai ter que aumentar 10x mais a produção de peças como bico injetores, bombas de combustível, velas de ignição e tantas outras peças aumentando o resíduo, o descarte e aumento da poluição pelas indústrias. Milhares de famílias irão desistir do seu veículo de condução e trabalho trazendo consequências altamente negativas para a sociedade e economia do país.

    Marcelo Cândido Silva 27/03/2024
    1
  • Ponto negativo: Milhares de carros e motos vão ser altamente prejudicados! A classe mais atingida serão as a classes C e D no qual não conseguem ter um carro flex, e dependem do seu veículo para sobrevivência. Carros importados também sofrerão muito, talvez será o fim da importação de veículos a combustão. Motoboys e entregas serão prejudicadas, pois a maioria da frota de motos é a gasolina. Prejudicar milhões á favor de Rubens Ometto é no mínimo maquiavélico. Pretem atenção no que estão fazendo com o povo

    Marcelo Cândido Silva 27/03/2024
    4
  • Ponto negativo: Isso nao pode ser aprovado! Irá prejudio o carro de vários de brasileiram que rodam apenas a gasolina.

    Sueli Fernandes 21/03/2024
    5
  • Ponto negativo: Absurdo isso, vocês não pensam que isso vai prejudicar milhões de brasileiros que possuem carro apenas à gasolina? Tanto os carros antigos como os novos importados com mono combustível ( gasolina) irão sofrer muitos prejuízos. Sejam sensatos e proíbam esse absurdo que não pode ocorrer.

    PEDRO AUGUSTO CARDOSO ESTEVES 21/03/2024
    3
  • Ponto negativo: Isso é um enorme retrocesso, não apenas veículos mais antigos como também diversos modelos novos são fabricados para trabalhar apenas com gasolina. Essa porcentagem de álcool causará danos aos motores e componentes do sistema de injeção destes veículos causando prejuízos a boa parte da frota em uso no Brasil. Fazer projeto de lei sem pensar e sem pesquisar os danos é inadmissível!

    ROGER VILA NOVA RODRIGUES DE SOUZA 19/03/2024
    4
  • Ponto negativo: Querem preservação ambiental? Deem isenção em impostos em carros mais ecológicos. A solução é sempre piorar a situação do mais pobre. A frota veicular brasileira é antiga graças a vocês que gastam horrores as custas do povo, facilitem a compra de carros mais tecnológicos, que por consequência poluem menos e quebram menos trânsito. Isso é mais um tapa na cara do consumidor. A saída do Brasil é somente o aeroporto.

    Fernando Milioli 19/03/2024
    4
  • Ponto negativo: Meu carro e só a gasolina o que vou fazer??? Tem que ser gasolina pura!! Tem que voltar a ser 10% de álcool, 35% e uma vergonha

    Eduardo Fajkos 18/03/2024
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.