Enquete do PLP 12/2020

Resultado

Resultado parcial desde 21/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 31 86%
Concordo na maior parte 1 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 4 11%

O que foi dito

Pontos mais populares

Liberdade de escolha de cada indivíduo na escolha de como usar seus recursos.

walmir 22/07/2020
10

Falta de educação previdenciária da população brasileira pode fazer com que se tome pelo impulso e não pela lógica previdenciária.

walmir 22/07/2020
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Para além do ponto principal que é deixar quem poupou decidir o que fazer com o próprio recurso (O fato de ter poupado já é um indicativo de sua educação previdenciária/financeira) destaco :1) Parte dos recursos poderiam ser injetados na economia, através de empreendedorismo; 2) Existem muitas oportunidades no mercado financeiro, de fácil acesso, devido à disputa entre os bancos, que seriam perdidas pelo modelo atual. 3) Redução dos riscos na concentração de ativos e na falência da entidade.

    SIDIMAR APARECIDO RECHE 28/03/2026
    0
  • Ponto positivo: O §4º do art. 14 da LC 109/2001 tornou-se parcialmente anacrônico frente à evolução das práticas das próprias EFPCs. Atualmente, a regulamentação da previdência complementar fechada já admite maior flexibilidade na concessão de benefícios, com prazos menores e opções de resgate, enquanto a portabilidade para EAPCs ainda permanece sujeita ao prazo mínimo histórico de 15 anos. Essa assimetria indica a necessidade de atualização normativa para alinhar a legislação à realidade previdenciária atual.

    WILSON KENZO HUZIWARA 24/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Hoje a pessoa que tem uma previdência fechada já pode resgatar os recursos, ela só perde esse direito ao realizar uma portabilidade. O que faz com que pessoas que gozam do direito a portabilidade percam um direito de resgate, levando muitos a realizarem uma manobra. Que é simplesmente ao invés de realizar a portabilidade, pedir um resgate (sendo obrigado a pagar IR sobre os valores) e depois aplicar num novo plano. Esse PL é necessário para que o cidadão pare de ser prejudicado.

    Mitzrael Tassinari 22/01/2025
    1
  • Ponto positivo: Importante que o Cidadão tenha o direito de escolher onde colocará o dinheiro que acumulou em sua vida laboral.

    Renan Coelho Silva 01/04/2024
    2
  • Ponto positivo: Os recursos estão sendo direcionados de um fundo de pensão fechado para o PGBL, portanto o detentor já possui o conceito previdenciário enraizado. Forçar o investidor a receber em 15 anos, traz o risco dele não poder usufruir desses recursos, dado a tempo longo, pós aposentadoria.

    Octavio Espirito Santo 10/07/2023
    2
  • Ponto negativo: Falta de educação previdenciária da população brasileira pode fazer com que se tome pelo impulso e não pela lógica previdenciária.

    walmir 22/07/2020
    0
  • Ponto positivo: Liberdade de escolha de cada indivíduo na escolha de como usar seus recursos.

    walmir 22/07/2020
    10
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    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 849/2025

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  4. PL 2386/2023

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