Enquete do PL 285/2020

Resultado

Resultado final desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 48%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 26 46%

O que foi dito

Pontos mais populares

Maior acessibilidade as universidades aos soldados e cabos do serviço obrigatório. Valorização da profissão de militar ainda que de caráter temporário. Forma de benefício aos soldados e cabos voluntários a servir a pátria. Encorajamento ao ingresso no ensino superior, tendo em vista que soldados e cabos voluntários de caráter temporário são, em sua maioria, pessoas de baixa renda que necessitam de um emprego ; entre outros.

Matheus Henrique 15/03/2020
4

Se formos seguir este raciocínio, precisaremos de cotas para motoristas e cobradores de ônibus, que se sacrificam para transportar as pessoas, para lixeiros, que limpam a cidade, ...

Eduardo Todt 14/03/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto negativo: Uma proposta imoral dessas só vem para tentar vulgarizar o sistema de cotas. E de longe tenta atingir o objetivo primário das cotas, que é a da inclusão da classe proletariada à um nível de educação apropriado. O objetivo dessa proposta é claro, beneficiar a classe a qual o chefe de Estado mais simpatiza, que é a dos militares.

    Thiago Sousa 12/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Essa PL é apenas mais um banalização da política de cotas. Se desejam criar uma política de cotas, existem diversas categorias que realmente tem necessidade de cotas, especialmente os mais pobre.

    Joacil Martins 12/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Tal cota não tem como objetivo corrigir distorções sociais, como as já existentes, servindo apenas para militarização do ensino superior. Assim sendo vejo ela como inviável e até inconstitucional já que as demais tem base em preceitos constitucionais enquanto esta não.

    Rubens Nogueira 12/06/2021
    1
  • Ponto negativo: A maior dívida desse país é com pobres. A educação é para todos. Porque não acabam com a educação privada? A desigualdade desse país em todas as áreas é um reforço as exclusões. Inclusão aqui é ESTÓRIA (ficção). Vão trabalhar para uma mudança de verdade. Fazer de conta é fácil.

    Alis Pessoa 12/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Ao invés da criação de uma nova cota, para afunilar mais ainda a ampla concorrência das universidades, o correto seria acabar com a obrigatoriedade do serviço militar. Ademais criar uma cota para o tal não faz sentido, visto que o serviço militar obrigatório tem um período determinado, e muitos que o fazem possuem ótimas condições para estudos.

    João Arthur 08/07/2020
    0
  • Ponto positivo: Aprove a PL e abra o serviço Militar obritatório para as mulheres (como já ocorre em Israel)! Isso dará oportunidades de emprego para elas e as motivará a também servir parte de sua vida na caserna, tendo acesso a valores para a vida toda!!

    Marcelo Pinheiro 09/04/2020
    3
  • Ponto negativo: Sou contra qualquer tipo de cota. Esta, em particular, apresenta um argumento muito fraco, se o Estado quer dar a contrapartida aos Soldados recrutas pela sua dedicação, então melhorem (e muito) o soldo deles.

    Julio Cesar 18/03/2020
    1
  • Ponto positivo: Oportunidade para jovens que dedicaram uma ano de suas vidas para servir ao país e não puderam se preparar para o vestibular.

    Filipe Moreira 15/03/2020
    3
  • Ponto positivo: Justo, pois enquanto no serviço militar obrigatório o indivíduo fica impossibilitado de ingressar em faculdades,concursos e afins.

    Sha Jehan 15/03/2020
    4
  • Ponto positivo: Maior acessibilidade as universidades aos soldados e cabos do serviço obrigatório. Valorização da profissão de militar ainda que de caráter temporário. Forma de benefício aos soldados e cabos voluntários a servir a pátria. Encorajamento ao ingresso no ensino superior, tendo em vista que soldados e cabos voluntários de caráter temporário são, em sua maioria, pessoas de baixa renda que necessitam de um emprego ; entre outros.

    Matheus Henrique 15/03/2020
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.