Enquete do PL 265/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 48 96%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O sistema de saúde deveria garantir que as pessoas com casos de câncer na família realizem esse exame antes de serem diagnosticados com câncer, assim reduziria o custo do tratamento. Sendo diagnosticado precocemente essas pessoas teriam mais chances de vencer a doença. O SUS deveria assegurar que esse direito fosse garantido, afinal é um exame de custo elevado e a maioria que depende do Sistema Único de Saúde não tem condições financeiras de realizar.

SARA CRISTINA DOS SANTOS 26/03/2021
8

A burocracia que vai envolver o processo com certeza é o maior ponto negativo.

Miriam Ribeiro 07/11/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: estou no aguardo pela aprovação e us aefetivação na lei, compartilhem nas reedes sociais.

    DEBORA CRISTIANE MARTINS 14/10/2023
    0
  • Ponto positivo: Sou Brca positivo, rastrear e custear a profilaxia é menos custoso do que o tratamento do câncer em si. O teste genético é a chance de desarmar uma bomba relógio em nosso corpo

    ANA PAULA MACHADO SECUNDO JOTA 06/09/2022
    1
  • Ponto positivo: A análise genética , principalmente a avaliação dos genes BRCA-1 e BRCA-2, é a única forma de se verificar se há a necessidade da realização da mastectomia radical e remoção dos ovários. Sem esse exame não há como prever se uma paciente irá progredir para o agravo da sua condição do câncer e óbito. Os planos de saúde não cobrem o exame e nem o SUS faz. O exame particular é inacessível para a maioria da população. Isso nem precisaria entrar em discussão. Quanto mais negam, mais mulheres morrem.

    Astria Dias Ferrão Gonzales 16/02/2022
    4
  • Ponto positivo: Tenho 3 filhas e minha avo morreu de cancer de ovario aos 48, minha mae teve o mesmo cancer aos 50, estou com 43 e sintomas como menorreia, e tentando este exame, isto seria fundamental no meu caso, pois com este exame o meu convenio cobriria a cirurgia preventiva, retirando os ovarios e eu deixaria para minhas filhas um documento de que tenho ou nao a mutacao e a chance de elas terem, por favor aprovem este exame.

    Chris Deh 15/07/2021
    3
  • Ponto positivo: O sistema de saúde deveria garantir que as pessoas com casos de câncer na família realizem esse exame antes de serem diagnosticados com câncer, assim reduziria o custo do tratamento. Sendo diagnosticado precocemente essas pessoas teriam mais chances de vencer a doença. O SUS deveria assegurar que esse direito fosse garantido, afinal é um exame de custo elevado e a maioria que depende do Sistema Único de Saúde não tem condições financeiras de realizar.

    SARA CRISTINA DOS SANTOS 26/03/2021
    8
  • Ponto positivo: Identificação precoce do câncer, tendo chances maiores de sobrevida em casos não tratáveis, e tendo chance de cura em casos com critérios de intervenções objetivando a cura. Tenho histórico de câncer na família paterna e materna, queria muito ter oportunidade profilática.

    Endiel Pedro 16/02/2021
    3
  • Ponto positivo: A proposta é válida, e mais uma forma de proteger a saúde da população. Quando descobre o tumor no inicio as chances de cura são maiores e se tiver a possibilidade de prevenir antes de qualquer manifestação da doença é ainda melhor. Além do custo com quimioterapia, radioterapia e procedimentos cirúrgicos ser reduzido, todo o tratamento e o impacto psicológico seria menor para o paciente. Eu fui diagnostica aos 32 anos com câncer de mama e tenho a mutação BRCA2.

    Miriam Ribeiro 07/11/2020
    4
  • Ponto negativo: A burocracia que vai envolver o processo com certeza é o maior ponto negativo.

    Miriam Ribeiro 07/11/2020
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  3. PL 6149/2025

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  5. PL 1229/2026

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  6. PL 2386/2023

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