Enquete da PEC 2/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 28 49%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 11%
Discordo totalmente 20 36%

O que foi dito

Pontos mais populares

Em um momento onde sobram adolescentes nas mãos do crime, pequenos períodos de trabalho podem ser um bom apoio á criação de melhores cidadãos

Daniel Cardoso Silva 11/05/2020
7

A PEC do deputado é flagrantemente irresponsável pois abre severas brechas legais para a exploração do trabalho infantil, já em franco uso. Não há amparo legislativo trabalhista para essas crianças, e, se a preocupação do dep. fosse realmente com a proteção delas, tal qual diz na justificativa, proporia legislação para facilitar a contratação de jovens aprendizes, nos termos da lei, e para a sua proteção frente ao empregador.

Higor Machado 12/06/2020
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: OS SERES HUMANOS ENTRE 14 E 18 ANOS NÃO PODERÃO FAZER TRABALHOS QUE VENHAM A EXECEDER HORÁRIOS PARA SUAS PARTICIPAÇÕES NA VIDA ESCOLAR

    Paulo Sergio Cordero da Silva 24/11/2020
    0
  • Ponto positivo: A MAIOR PARTE DAS FAMILIAS NUMEROSAS NECESSITAM DE SEUS FILHOS PARA A SUBSISTENCIA ISTO ATENUA A ESTADA NA RUA E A IDA DOS MESMOS PARA A MARGINALIDADE

    Paulo Sergio Cordero da Silva 24/11/2020
    1
  • Ponto negativo: A PEC parece ser pouco relevante.

    Paulo Alfredo Duarte Filho 26/10/2020
    0
  • Ponto negativo: A PEC pode afetar bastante o estudo do adolescente, lugar de adolescente sera sempre estudando, dever do estado facilitar o estudo aos estudantes do ensino medio e fundamental assegurando a qualidade do ensino.

    Paulo Alfredo Duarte Filho 26/10/2020
    0
  • Ponto negativo: A PEC representa grave retrocesso social, o que é vedado pelo próprio "caput", "in fine", do art. 7º da CR/88, além de normas internacionais que também o proíbem. O trabalho infantil não pode ser visto como uma solução para o pobre, pois inverte a lógica da proteção. Criança e adolescente têm direito ao estudo de qualidade, à escola em tempo integral, ao não trabalho. Para adolescentes a partir de 14 anos já existe a aprendizagem, que considera as limitações físicas e também psíquicas.

    Luiza Sabino Queiroz 06/09/2020
    0
  • Ponto negativo: A PEC pode afetar o estudo do adolescente.

    Denis Silveira 28/07/2020
    1
  • Ponto positivo: O trabalho honesto e digno nunca deverá ser visto como desumano. É uma atividade que fomenta o caráter de uma pessoa. Toda a atividade honesta e digna deve ser fomentada.

    Alexandri Berton de Oliveira 08/07/2020
    2
  • Ponto negativo: O trabalho na idade proposta nessa PEC pode suprimir o ânimo do adolescente para com os estudos e até mesmo tirá-lo dos estudos básicos essências para formação de um cidadão conciente

    Paulo André Santos avelino 07/07/2020
    2
  • Ponto negativo: Necessário limite de carga horária para a idade e relação com calendário escolar, como acontece com as regras para estágio, que dá direito a horário diferenciado em época de provas.

    Paulo Pinheiro 24/06/2020
    3
  • Ponto positivo: Amparo legal para quem trabalha hoje na informalidade. Não apenas para evitar a criminalidade, mas acostuma o jovem a ter responsabilidades e compromissos desde cedo, ou ajudando em casa, ou fazendo seu consumo de laser com seu próprio dinheiro, o que traz engrandecimento pessoal.

    Paulo Pinheiro 24/06/2020
    2
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2511/2023

    Dispõe sobre o salário profissional nacional dos Condutores de Ambulância.

  2. PL 2318/2026

    Altera a Lei nº 13.327, de 29 de julho de 2016, para dispor sobre o tratamento orçamentário dos honorários advocatícios de sucumbência.

  3. PL 252/2024

    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  4. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.