Enquete do PL 191/2020

Resultado

Resultado final desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.291 29%
Concordo na maior parte 94 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 72 1%
Discordo totalmente 7.599 69%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deputados trabalham para Iniciativa privada. Pela constituição, representariam a vontade da população. Essa pauta representa o interesse de estrangeiros. Em um pais soberano, com governantes decentes, os responsáveis por esta pauta seriam presos e condenados. Aqui, ainda aparece para votação esta calamidade. O interesse público é saúde transporte e educação de qualidade. E não sucatear os recursos para estrangeiros. Os indios vivem da relação com a mata preservada.

Sergio Candido 04/03/2022
126

Precisamos preservar nossas florestas, rios, vegetação, biomas, seres que ali habitam. Os indígenas são guardiões da floresta, seu modo de vida é intrinsecamente ligado à natureza. Não podemos permitir que suas terras sejam exploradas para encher o bolso dos exploradores. Ponto final.

LUIZA LEMMERTZ DIAS OSORIO 04/03/2022
256

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 825 encontrados.

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  • Ponto positivo: PL490Sim - ChegadeMST - MarcoTemporalSIM - Invasãoécrime - ReintegraçãodePosse - Segurançajurídica - - DemarcaçãoNÃO- Direito a propriedade.

    Aldo Machado Jr. 06/05/2023
    0
  • Ponto positivo: Se os fertilizantes a maioria são importados, precisamos abrir brechas para as explorações em terras indígenas para suprir a demanda interna de fertilizantes para a agricultura. E diminuir a dependência dos fertilizantes de outros países. As terras demarcadas não pode impedir do desenvolvimento da agricultura e o crescimento do abastecimento de alimentos para o povo brasileiro como um todo. Abrir exploração de terras indígenas para suprir a necessidade interna do Brasil.

    Aldo Machado Jr. 06/05/2023
    0
  • Ponto positivo: Tem que haver controle sim , pois de outra forma, haverá mais terras.para indígenas para caírem nas mãos de exploradores. É preciso haver fiscalização sim.

    Virginia Alves Pinto 15/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Poderá provocar um aumento desenfreado de terras indígenas sendo exploradas, resultando em degradação e até a extinção de algumas comunidades indígenas. A tentativa de regularizar as ilicitudes praticadas em terras indígenas através desse Porjeto, também, é inconstitucional quanto ao aspecto formal, por não observar as formalidades do processo legislativo. Eis que o projeto foi proposto pelo executivo na modalidade de Projeto de Lei Ordinária, enquanto a Constituição brasileira de

    JOAO HELIO FERREIRA PES 17/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Os indígenas merecem, sim, independência monetária, porém não recebendo migalhas de empresas terceirizadas, mas tornando-se o próprio modificador especializado do seu ambiente, até porque eles tomariam cuidado, afinal de contas é seu próprio lar.

    Lucas Magalhães 25/09/2022
    5
  • Ponto negativo: Fiquemos espertos com a PLC 415/20 também. Infelizmente, a tentativa de usurpar recursos públicos é constante. Resolver problemáticas relevantes não são a prioridade de quem nos representa. "Cada Estado Parte, em conformidade com os princípios fundamentais de seu ordenamento jurídico, adotará medidas apropriadas para promover a transparência e a obrigação de render contas na gestão da fazenda pública." (CNU Contra a Corrupção)

    Luiz Roberto Monreal Silva 08/09/2022
    1
  • Ponto negativo: É bom que os índios aprendam sobre pedras e seus valores para saberem trabalhar e dá o valor real aos produtos e não serem enganados por aproveitadores. Creio que um curso para eles seria bom o governo dá.

    Lorena Cácia 31/08/2022
    2
  • Ponto positivo: Liberdade para eles, os tirarão das amarras das ONGS e não precisarão mendigar para o Governo.

    Lorena Cácia 31/08/2022
    4
  • Ponto negativo: Antes de ser Brasil, aqui já existia como terra indígena. Eles, portanto, são os povos originários deste país. Assim, é deles a terra por direito. Fora garimpo! Fora pecuária! Fora exploração de minério!

    Maria Auxiliadora Furtado 09/08/2022
    2
  • Ponto negativo: É inacreditável esse projeto de lei. O interesse disso tudo é alimentar a ganância, inclusive do próprio indígena que também se rende aos encantos do dinheiro. Não à toa, a CF deu somente a posse das terras aos indígenas, não a propriedade. A propriedade é da União, do povo brasileiro! Devem ser punidos, presos os criminosos que invadem reservas e não torná-los menos bandidos.

    Natália Anjos 21/06/2022
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.