Enquete do PL 179/2020

Resultado

Resultado final desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 116 83%
Concordo na maior parte 6 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 6 4%
Discordo totalmente 11 8%

O que foi dito

Pontos mais populares

reconhecimento de entidades importantes pra cultura e saberes do povo do nosso país, respeitando os direitos e exigindo os deveres de cada entidade.

Aton Wilches 04/03/2020
12

Não tarda e qualquer outra seita ou religião baseada nos efeitos alucinógenos de outras sementes e plantas se tornarão oficialmente "religião". Isto é um absurdo só visto em nosso País tão carente de leis para proteger nossas florestas, índios, recursos naturais, idosos, negros, mulheres, crianças e etc. e essa deputada se preocupando em fazer lei para regularizar a "religião" de quem consome este alucinógeno.

FERNANDO CHARNAUX ROCHA 05/03/2020
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto positivo: Estudos científicos confirmam os benefícios do uso da ayahuasca. Deve ser regulamentado o seu uso para inibir que pessoas má intencionadas façam uso indevido da medicina milenar.

    LUIZ ROBERTO KAMOGAWA 15/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Já tive familiares e amigos que tiveram suas vidas mudadas após participarem de rituais com a ayahuasca. Alguns deixaram de vez o uso do álcool e das drogas depois de passarem por experiências com a ayahuasca e conseguirem se "se ver" interiormente. A quem acha que a ayhuausca é apenas uma droga alucinógena, eu digo: estude mais. O conhecimento está ai para quem quer quer buscar.

    Charles Teixeira Sousa 23/12/2021
    0
  • Ponto positivo: Já existe amplas comprovações científicas dos benefícios da ayahuasca para depressão, dependência química, fobias sociais, traumas, etc, bem como de sua inocuidade ao ser humano, ou seja, que seu uso não traz nenhum efeito colateral físico ou psicológico. Dessa forma, ayahuasca deve sim ser regulamentada para que mais pessoas tenham acesso a essa ferramenta, seja com propósitos religiosos ou medicinais.

    Léo Stringaci 07/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Tenho uma igreja há 27 anos e neste tempo não houve um caso de desequilíbrios psicológicos pelos usuários,ao contrário são incontáveis os casos de pessoas que se curaram da depressão e ajustaram suas vidas a um convívio mais harmonioso

    Paulo Mangal Fajardo 28/12/2020
    0
  • Ponto positivo: A proposta vai ao encontro do Estado Democrático de Direito. Dar proteção as entidades e as pessoas envolvidas é nosso papel. Tenho ajudado alguns institutos e espaços na formalização legal. Vejo que a preocupação não é com a concordância das pessoas, mas sim, a harmonização das atividades espirituais com a a "lei dos homens". Em tempo, será um avanço para legislarmos também sobre o uso do Rapé, Sananga e Kambô

    Alex Paixão Zavitoski 02/12/2020
    0
  • Ponto negativo: A proposta deve abranger quem trabalha com Sananga e Rapé também. E não ficou clara a questão de lucro do local. Em muitos locais os custos do feitio são repassados para as pessoas. Por exemplo, pagamos uns 50 a 100 reais para tomar o chá. Isso caracteriza lucro? Este projeto restringe o uso do chá a apenas entidades "legalizadas"?

    Mário Meyrelles 12/03/2020
    0
  • Ponto negativo: Discordo, esse é o primeiro passo para depois incluírem o uso de maconha e outras substâncias.

    Matheus Pimenta 11/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Regulamentar ajuda na fiscalização do uso e promove liberdade religiosa.

    Ivana Rezende 10/03/2020
    1
  • Ponto negativo: País sério não deve legalizar o uso de entorpecentes.

    sidney de lima pinheiro 09/03/2020
    0
  • Ponto negativo: Deixem o Chá com os indígenas, é a cultura deles.Não inventem de colocar religião nisso.

    Annie Bolsonaro 09/03/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.