Enquete do PL 111/2020

Resultado

Resultado parcial desde 13/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 32 15%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 193 84%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há algum ponto positivo, somente quem se favorecerá são os que querem ser omissos a saúde de uma população já bastante carente de de saúde.

Juliana DA Rosa 14/02/2020
28

Elencando uma série de motivos econômicos e deixando de lado qualquer preocupação com a saúde da população e com a empregabilidade de uma categoria constituída por cerca de 220 mil trabalhadores em atividade no mercado farmacêutico do Brasil.

Fabio Moraes 13/02/2020
32

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: Claro enfraquecimento de um setor fiscalizador que ao mesmo tempo fica mais engessado no exercício de fiscalização profissional que é indissociável a verificação do local onde o profissional exerce sua responsabilidade ao mesmo tempo aumentaria a carga em cima das VISAs locais que muitas vezes já estão sobrecarregadas. Ou seja, precariza de quem trabalha direito ao mesmo tempo que começa a facilitar ainda mais pra quem trabalha errado permanecer errado e impune.

    Cicero Oliveira 08/08/2024
    0
  • Ponto negativo: Desemprego em massa de farmacêuticos, pois as vigilâncias sanitárias são órgãos omissos, com pouca estrutura e servidores para fiscalizar milhares de estabelecimentos (hospitais, restaurantes, farmácias e etc). O PL trata do interesse apenas do varejo farmacêutico e pode gerar grave ônus financeiros ao SUS...

    Olívio Pessoa 12/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Beneficia apenas os empresários, pois não serão mais obrigados a contratar farmacêutico para prestar assistência à saúde da população.

    Olívio Pessoa 12/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Concordo inteiramente com o projeto, CRF não tem limites para multar e atuar. Esse órgão não cuida dos interesses dos farmacêuticos é simplesmente uma indústria de multas e um complicador para os farmacêuticos e empresários do ramo. Como pode um órgão que fiscaliza ter rotina de visitas e na maioria das vezes sem nenhuma denuncia de irregularidades, daí já se tem a prova que é uma indústria de multas.

    PAULO ANTONIO BUSNARDO 31/03/2023
    0
  • Ponto negativo: Bom noite sou farmacêutico, mas o concelho está mais pra um sindicato dos farmacêutico do que um conselho, é a verdadeira indústria da multa para os próprios benefício, não acho certo um conselho (sindicato) ter o poder de dar multas exorbitante.

    JOIR SOUZA ANDRADE 03/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Tira a força que o próprio conselho atribuiu a si, agindo de forma autocrata, desvirtuando de sua missão: "contribuir para a salvaguarda e promoção da saúde da sociedade, zelando pelos princípios éticos do exercício profissional..." em benefício próprio, ofendendo os princípios constitucionais, à sombra do discurso (obscuro) de agir em prol da sociedade. Ele não pode agir partindo da premissa de que todo estabelecimento comercial do ramo farmacêutico é inidôneo e julgá-lo por esta premissa.

    Gustavo Silva 11/12/2020
    0
  • Ponto positivo: Todos os comentários que lemos aqui são de pessoas ligadas de alguma forma ao conselho e que participam da industria da multa. Eu sou Farmacêutico e digo que não posso sequer ir na esquina trocar um dinheiro no comércio ao lado que sou multado. Isso tem que acabar, os conselhos de farmácia são hoje sindicados com aval da união.

    Jorge Ribeiro Jr. 18/09/2020
    5
  • Ponto negativo: Sem um farmacêutico fisicamente presente, muitos donos de farmácias voltarão a vender remédios proibidos, pirateados, adulterados, com prazo de validade vencido dentre outros absurdos. Além disso, aumentarão o número de falhas e vendas erradas de medicamentos. E o farmacêutico remoto não será responsabilizado por este absurdo, pois não estava presente. Um PL absurdo, já que a ANVISA nunca conseguirá fiscalizar todas as farmácias do país. Vai ser uma autorização para matar a população.

    Alexandre 27/07/2020
    4
  • Ponto negativo: Vai diminuir a empregabilidade dos farmacêuticos. A farmácia e grandes redes irão se beneficiar pois terão espaço para funcionar sem a presença do farmacêutico . Quem perde também é a população, pois antes de ir no médico, vai à farmácia falar com o profissional habilitado para tal. Saem com a informação correta e a garantia de segurança pela sua saúde. Sem o farmacêutico para essa consulta no balcão, a população fica desassistida e irá sobrecarregar ainda mais o SUS.

    Gabriela Grassi 10/03/2020
    5
  • Ponto negativo: Esse PL é um retrocesso. Com a falta de fiscalização quem perde é o cidadão e quem ganha é o empresário, aqueles mal intencionados para ser mais preciso.

    Eric Rodrigues 09/03/2020
    7
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  4. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição