Enquete do PDL 19/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 24 13%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 149 86%

O que foi dito

Pontos mais populares

Cadeia nesses preconceituosos! Essas pessoas nao viram trans, nascem assim, e que o Estado proteja e a lei as ampare. Cadeia nesses deputados Transfobicos! E esses que votam como “concordo” o cpf deve ser rastreado, as midias sociais rastreadas e se comprovando serem transfobicos devem ser responsabilizados e presos! Ninguem precisa de autorização deles para existir e ser respeitado, se eles nao entendem/aceitam isso, que fiquem presos.

LUCAS XAVIER DA COSTA 18/04/2023
4

O argumento legal é completamente falacioso. Adolescentes não têm plena capacidade legal, mas não são considerados retardados, incapazes de expressar seus desejos. Bloqueadores hormonais NÃO têm consequências definitivas, apenas preparam para a cirurgia de redesignação sexual, que só pode ser feita APÓS a maioridade. Adolescentes transgêneros têm o direito de antecipar a transição de gênero. A manutenção do gênero biológico lhes causa grande sofrimento emocional.

Marcus Pessoa 19/11/2020
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 22 encontrados.

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  • Ponto negativo: O adolescente trans sem assistência, vai buscar de forma incorreta os meios para fazer seu tratamento hormonal, colocando em risco sua saúde. Ser trans não é decisão planejada, é condição que já nasce com a pessoa

    Edineia 23/04/2023
    0
  • Ponto negativo: Que tristeza. Tanta gnt precisando de ajuda pq nao tem nem o que comer e as pessoas se achando dignas de julgamento.

    Ariadna Oliveira 18/04/2023
    0
  • Ponto negativo: As pessoas trangeneras não nascem com 18, 19 ou 21 anos de idade. Infância trans e adolescência trans existem e precisam como defende a lei universal dos direitos humanos e a própria Constituição Federal que seja protegidas e preservadas. Pelo Estado, pela família e pela sociedade. Nossos filhos e nossas famílias serão diretamente prejudicados. Por isso discordo totalmente desse projeto.

    Ana Vera Rodrigues de Araujo 18/04/2023
    3
  • Ponto negativo: O que temos visto é que mundialmente a extrema-direita escolheu a população trans como tema central, visando convocar os conservadores para suas pautas, porém sempre no sentido de massacrar essa população, sem nenhum conhecimento sobre.

    Sandra Paiva 18/04/2023
    3
  • Ponto negativo: A transgeneralidade não é algo recente e precisa ser acompanhada de forma multidisciplinar e suportada pela saúde pública. A proposta é vazia, não tem embasamento cientifico e parte de uma percepção equivocada, total desconhecimento deste assunto. Por isso não concordo que seja encaminhada desta forma.

    paula soffiatti 18/04/2023
    2
  • Ponto negativo: Não podemos deixar que crianças e adolescentes sofram sua vida inteira até fazerem 18 anos. Não existe cirurgia em menores de 18 anos, isso é uma falácia de quem quer palanque!

    Camila Andrade 18/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Cadeia nesses preconceituosos! Essas pessoas nao viram trans, nascem assim, e que o Estado proteja e a lei as ampare. Cadeia nesses deputados Transfobicos! E esses que votam como “concordo” o cpf deve ser rastreado, as midias sociais rastreadas e se comprovando serem transfobicos devem ser responsabilizados e presos! Ninguem precisa de autorização deles para existir e ser respeitado, se eles nao entendem/aceitam isso, que fiquem presos.

    LUCAS XAVIER DA COSTA 18/04/2023
    4
  • Ponto positivo: Queria ver se vocês tivessem um filho (a) assim se iriam pensar da mesma forma,querem saber mais do que a ciência, já não chega o que passa a criança e os pais passam, pelo jeito querem diminuir a idade de vida dás crianças,chega a ser triste com tanta coisa para se preocupar.

    Zenaide Neiss 18/04/2023
    3
  • Ponto negativo: Fica fácil criar projetos sobre assuntos que não conhecem? Será que pensariam da mesma forma se tivessem um filho, um neto trans? Eis a questão.

    Maraci C. M. Ribeiro 18/04/2023
    3
  • Ponto negativo: Quanta opinião vazia. Deputados estudem, povo não emita opinião daquilo que vocês não vivem.

    Thatiana Ribeiro 18/04/2023
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.