Enquete do PDL 3/2020

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2020

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.144 95%
Concordo na maior parte 6 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 63 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Informação é questão de segurança nacional e deve ser amplamente debatida qualquer tentativa de privatização.

Lívia 28/02/2020
62

Dados do cidadão em mãos inapropriadas

Joao Camparoto 18/08/2020
16

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 38 encontrados.

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  • Ponto positivo: Soberania Nacional. É inviável pensar num país sem controle da suas informações.

    MARCIO SILVEIRA DO AMARAL 20/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Vender o SERPRO e a DATAPREV é ficar refém das empresas privadas, que poderão ditar preço e prazos em uma área estratégica. É jogar fora o que levou décadas para ser construído.

    Marcio Jardson 19/05/2021
    1
  • Ponto positivo: NEGATIVO SE VC QUER QUE EMPRESAS SEJA DAQUI OU DE FORA TENHA ACESO A SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL SE VC QUER SUA VIDA NAS MAOS DE ENTRANHOS VC VOTARA CONTRA VC E CONTRA SEU PAIS

    Alair Barbosa Junior 19/05/2021
    0
  • Ponto positivo: A Dataprev presta serviço de qualidade para a Previdência Social e para toda População Brasileira.

    Amaury Mariano 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: O Serpro e a Dataprev possuem dados sensíveis das pessoas e empresas. Estes dados garantem a soberania nacional. Entregar estes dados para uma privada é um problema s que afeta a todos os brasileiros

    Cristiane Costa da Rocha Rodrigues 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: São setores estratégicos, os dados e as informações são coisas sérias.

    Rodolfo Damasceno 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: A empresa gera lucro, emprega e tem tecnologia brasileira.

    André Germano 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: É um serviço público essencial que não pode ser entregue á iniciativa privada.

    Jairo Gouveia de Paula 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: É estratégico para o país manter controle sobre seus dados e desenvolvimento tecnológico. A Dataprev já possui um parque tecnológico moderno, pessoal capacitado e pleno conhecimento sobre o negócio do cliente. Não há como ter o desenvolvimento e o armazenamento dos dados com melhor custo e segurança do que o que já é oferecido. Então qual a real motivação de querer privatizar tal empresa? Onde esta o estudo de melhor preço ou qualidade que justifique isso?

    Denis Gomes 18/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Criada por Lei Ordinária, todos concursados, mesmo em regime celetista merecem respeito e serem no mínimo realocados!!!

    Tatiana Seixas 18/05/2021
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei