Enquete da MPV 914/2019

Resultado

Resultado final desde 26/12/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 73 46%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 3%
Discordo totalmente 77 49%

O que foi dito

Pontos mais populares

As reitorias ou diretorias das universidades e institutos federais e do colégio Pedro II precisam deixar de ser redutos de militantes políticos e passarem a ser ocupados por pessoas sérias, comprometidas com a qualidade do ensino.

Luciano Gomes de Carvalho Pereira 29/12/2019
23

Fere totalmente a autonomia universitária que é garantida pela Constituição Federal

Assinante 29/12/2019
24

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 22 encontrados.

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  • Ponto positivo: Promover um debate mais democrático entre os professores com o fim da proporção 1/3, 1/3, 1/3 nos institutos federais

    Professor 4.0 25/05/2020
    0
  • Ponto negativo: desrespeita a autonomia institucional das instituições, arantidas pela CF e LDB.

    Tarcimaria Gomes 14/05/2020
    0
  • Ponto negativo: A escolha passa a ser direta pelo governo não é democratico

    Alberto Nunes Machado 24/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Essa medida vai levar a ingerência política indevida na Academia que normalmente tem critérios científicos e educacionais muito.claros desenvolvimentistas e inspirados em países mais desenvolvidos

    Fabio Luis Braghin 14/04/2020
    1
  • Ponto negativo: A proposta já tem um erro de origem, fomentada por questões ideológicas que podem engessar ou mesmo descaracterizar as universidades públicas.

    Roberto Bianchi 14/04/2020
    1
  • Ponto negativo: Mudará a lei e autonomia dos IFs, é um retrocesso.

    Juliana Ribeiro De Almeida Vilarins 14/04/2020
    2
  • Ponto negativo: Compromete a autonomia das instituições que têm sim é que amadurecer para tomarem melhores decisões e não subordinar-se aos que estão distantes dos enfrentamentos cotidianos da Instituição.

    vinicius carrião 14/04/2020
    1
  • Ponto negativo: Fere a autonomia universitária, cria confusão na nomeação de diretores de campus fora de sede, permitindo que não docentes exerçam o cargo. Deveria-se garatir que o mais vitado na eleição seja de fato nomeado para o cargo de reitor.

    José Domingues Fontenele Neto 13/04/2020
    3
  • Ponto negativo: Tentativa de impor as idéias do presidente. Medida anti democrática

    Nelson Batista Torres Galvão 09/04/2020
    1
  • Ponto positivo: Respeito ao voto da comunidade, sem manipulação no Conselho Superior

    Alessandra Santos Lopes 27/02/2020
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.