Enquete da PEC 230/2019

Resultado

Resultado parcial desde 17/12/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 8%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 2 1%
Discordo totalmente 254 89%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há ponto positivo. Como um país que já gasta milhões com fundo partidário, uma das campanhas mais caras do mundo,ainda querem prorrogar mais candidatos?? Entendam,quem vota no primeiro turno,mantém o voto.

Zivania Candu 13/02/2020
13

Não existe em qualqter final de disputa, nem política, esportiva ou de qualquer nível, uma final entre três concorrentes.

Luiz Augusto Belem 13/02/2020
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 63 encontrados.

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  • Ponto positivo: Evitaria a polarização e fanatismo político, dos quais somente os candidatos populistas, com discursos ricos em gatilhos de convencimento e Planos de Governo pobres, se beneficiam. Mudaria inclusive o cenário do primeiro turno, uma vez que os eleitores se sentiriam mais confortáveis para realmente pesquisarem sobre os demais candidatos. E assim conquistando a politização da população, daria sentido ao pluripartidarismo brasileiro.

    Nataly Jayne Mendes Ribeiro 28/04/2021
    2
  • Ponto positivo: Evita polarização.

    Tsuyoshi Sakumoto 29/08/2020
    2
  • Ponto negativo: Não existe em qualqter final de disputa, nem política, esportiva ou de qualquer nível, uma final entre três concorrentes.

    Jaime Diniz 22/04/2020
    0
  • Ponto negativo: Só para gerar mais gastos e pedir aumento do Fundo Eleitoral. Absurdo

    Flavio Mingatos 20/04/2020
    0
  • Ponto positivo: O 2° turno com 2 candidatos exclui milhões de votos que não concordam com A nem B. Uma terceira opção ampliaria a democracia e participação. Excluir votos não é democrático.

    Renato Rocha 17/04/2020
    7
  • Ponto negativo: Mais uma tentativa de burlar a democracia é mais um candidato negociando cargos com o mais votado, a lei já esta muito bem definida neste ponto, falta só o voto impresso para poder confrontar com o digital em caso de suspeita de fraude.

    ALCIONEI PRUDENCIO 11/03/2020
    1
  • Ponto negativo: Discordo totalmente pois ao meu ver o segundo turno deveria ser extinto por razão de contenção de gastos. Deveria ser eleição em turno único.

    Julio Reinazul Toledo Festa 20/02/2020
    0
  • Ponto positivo: Diminui a polarização e o voto por exclusão

    José Roberto Garkisch 19/02/2020
    6
  • Ponto negativo: Cansada desse proselitismo ! O congresso tem que aceitar o voto da maioria.

    Rosana Menezes 19/02/2020
    2
  • Ponto negativo: Eleva o custo para o segundo turno.

    Mario Marcio 17/02/2020
    1
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  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PDL 849/2026

    Susta, em sua integralidade, os efeitos da Resolução nº 491, de 4 de maio de 2026, do Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP, que estabelece as normas gerais aplicáveis às operações de proteção patrimonial mutualista.

  4. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2188/2026

    O Projeto de Lei 2188/26 estabelece o valor máximo de R$ 250 para a anuidade cobrada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A proposta também fixa limites para as contribuições arrecadadas pelos demais conselhos profissionais. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, as anuidades não poderão passar de R$ 250 para profissionais de nível superior e R$ 125 para nível técnico. Para empresas, os valores vão de R$ 250 a R$ 2.000, conforme o capital social. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) e a Lei 12.514/11, que trata das contribuições para conselhos profissionais. Todos os valores poderão ser corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Cobrança e disparidade O Estatuto da Advocacia hoje não prevê teto para as anuidades. A Lei 12.514/11 fixou R$ 500 para o nível superior e R$ 250 para o nível técnico – valores que, corrigidos pelo INPC até julho de 2026, chegam a R$ 1.135,61 e R$ 567,81. Segundo o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), autor do projeto, a ideia é evitar cobranças excessivas sobre trabalhadores. Na justificativa apresentada, ele afirmou que reduzir e limitar tributos e contribuições é uma medida de justiça social. Kataguiri disse ainda que a ausência de teto legal gerou distorções na advocacia após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que a OAB não precisa seguir a regra dos demais conselhos, com seccionais cobrando anuidades próximas a R$ 1.000. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei