Enquete do PL 6459/2019

Resultado

Resultado final desde 16/12/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 8%
Concordo na maior parte 5 2%
Estou indeciso 3 1%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 276 88%

O que foi dito

Pontos mais populares

A redução de burocracia e custos para empresas e consequentemente agilidade na chegada de novos produtos com menor custo para nós consumidores

Felipe Bacurau 21/01/2020
6

Os produtos homologados no Brasil garantem a segurança do usuário.

Flavia Martins 05/02/2020
34

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 53 encontrados.

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  • Ponto negativo: E um risco para o consumidor. Historicamente tem sido verificado a renovação de produtos certificados no exterior.

    VICTOR VELLANO NETO 20/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Qualidade dos ensaios estrangeiros estar em compliance com o real cenário do Brasil. Qualidade de produção de eletroeletrônicos Asiáticos deixam a desejar principalmente por redução extrema de custo na produção. Relatórios de ensaios confiáveis ?

    Renato Nascimento 19/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Redução do prazo para certificação em um cenário muito competitivo.

    Renato Nascimento 19/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Infelizmente não podemos acreditar na certificação feita por empresas Chinesas

    Claudio 19/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Atualmente, diversos países da America do Sul e Central aceitam certificados e testes expedidos de acordo com a atual regulamentação da ANATEL, devido a sua credibilidade, qualidade e segurança do processo. Não podemos perder isso em nosso país!

    Gustavo Ferlin 18/08/2021
    6
  • Ponto negativo: Aceitar certificações do exterior feitas em condições que não refletem a nossa realidade, certamente apresentaria um enorme risco à toda população Brasileira, que hoje é protegida e raramente ocorrem acidentes de consumo graças aos procedimentos e regulamentos existentes e às certificadoras e laboratórios presentes no Brasil. A certificação não é uma barreira de comercialização para os produtos bons, mas sim um filtro para evitar que os ruins sejam vendidos.

    Thomaz Crisanti 18/08/2021
    7
  • Ponto negativo: Já temos infelizmente uma enorme falha em nosso país com a entrada de produtos irregulares ou de baixa qualidade técnica que traz potenciais riscos de segurança e saúde para todos os usuários. Com a aprovação do projeto de lei, estaremos escancarando nosso mercado para a entrada de mais produtos de péssima qualidade. O processo de certificação constituido durante tantos anos em nosso país garante o mínimo de segurança e qualidade dos produtos, devendo assim permanecer.

    Gustavo Ferlin 18/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Infelizmente, não se pode confiar na certificação que é feita em alguns países e a legislação também pode ser diferente da brasileira.

    Elias de Oliveira Motta 18/08/2021
    3
  • Ponto negativo: Penaliza o cidadão, que terá que arcar com custos de produtos de má qualidade e inadequados para a realidade brasileira. Estes produtos poderão colocar o cidadão em risco. Não precisamos baixar a guarda, mas sim, de celeridade no processo de importação temporária para realização de testes de produtos no Brasil. O nosso entrave não é custo, é prazo para liberar amostras para ensaio no Brasil.

    Reginaldo Matias Ribeiro 18/08/2021
    0
  • Ponto negativo: O Brasil é referência entre os países da América Latina em relação as normativas para Telecomunicações devido ao trabalho da ANATEL nos últimos anos e o reflexo disso, é a qualidade dos produtos comercializados que possuem a homologação e garantem segurança ao consumidor. É importante ressaltar que as estimativas para os próximos anos preveem 70 trilhões de dispositivos conectados e operando simultaneamente. Como harmonizar a operação de todos esses produtos sem a estrutura regulatória?

    Fellipe Gonçalves 18/08/2021
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.