Enquete da PEC 225/2019

Resultado

Resultado parcial desde 12/12/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 538 87%
Concordo na maior parte 65 10%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 13 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

PARA QUE APENAS JUIZES CONCURSADOS E DE CARREIRA POSSAM FAZER PARTE DOS TRIBUNAIS SUPERIORES TST, STE, STJ E STF JÁ COM AS DEVIDAS PREROGATIVAS DO CONHECIMENTO DE TODA A NUANCE JUDICIÁRIA E SEM QUALQUER INDICAÇAÕ POLITICA E QUE SEJAM APRESENTADOS SEMPRE TRES NOMES PARA O CONCURSO DA VAGA

Paulo Sergio Cordero da Silva 24/11/2020
50

Inchaço de pessoal, excesso de benefícios, excesso de privilegios e altos salários.

Aldo Melo 30/06/2020
20

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Exibindo resultados 1 a 10 de 59 encontrados.

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  • Ponto positivo: Muito positivo! vai mitigar a escolha por ideologia politica, em busca por um maior equilíbrio entre os Poderes, evitando a concentração de indicações em um único Presidente da República, o que poderia comprometer o sistema de freios e contrapesos. Como o que está acontecendo atualmente, através de um Ministro o atual presidente da república está destilando todo seu ódio em quem faz oposição ao seu partido.

    ELAINE DE FATIMA OLIVEIRA 06/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Para ser ministro do STF deveria ser feita votação popular como de presidente e deveriam ser de carreira onde toda população deveria saber a vida pregressa de cada um candidato. Quem tivesse alguma pendência criminal estaria fora da disputa, ou seja: deveria ser ficha limpa para ter o direito de disputar essa eleição.

    Calcio Cley da Silva Souza 22/01/2023
    1
  • Ponto positivo: Totalmente a favor, no modelo atual há um sério risco de aparelhamento.

    Leonardo Gomes 02/11/2022
    2
  • Ponto positivo: A indicação presidencial desequilibra a autonomia dos 3 poderes

    Rafael Sangiovanni Lima 02/11/2022
    2
  • Ponto positivo: Deveria ser parte da progressão de carreira da magistratura

    Rafael Sangiovanni Lima 02/11/2022
    2
  • Ponto positivo: Acredito que a ideia de concurso público seria o ideal. Requisitos como conduta ilibada e quantidade X de anos trabalhando na área. Caso o candidato passe no exame, um prazo máximo de 10 anos no cargo, nada de vitalício.

    Fernando Scheffer 26/01/2022
    1
  • Ponto positivo: Os juizes indicados devem ter reputação ilibada, não pertencer a nenhum partido político e ficar no STF até completar os 12 anos ou até completar 70 anos de serviço.

    George Ricardo Lins 26/01/2022
    1
  • Ponto positivo: STF precisar ser o que diz ser, uma instituição democrática. E uma corte com apenas 11 pessoas, nomeadas por uma outra pessoa, com mandatos praticamente vitalício, sem responsabilidade civil ou criminal, não tem nada de democrático. Além disse precisamos de freios e contrapesos ao STF, que não pode continuar sendo o Poder moderador, nossa CF não prevê poder moderador, isso é coisa da época do império.

    Lucas Martin Soares Vieira 11/09/2021
    3
  • Ponto positivo: Precisamos “profissionalizar” o STF. Chega de tanta influência politica

    Marcelo azevedo 09/09/2021
    2
  • Ponto negativo: 1. Todos sem exceção deveriam ser juízes de carreira experientes, talvez de 2a. Instância para ja ter um crivo maior. 2. Regras devem enquadrar os juízes atuais. 3. Indicações devem continuar somente pelo presidente, mas ao invés de 1, poderia dar 3 opções para o Senado escolher em votação aberta. 4. Outra opção seria o presidente dar de 3 a 5 opções para que o povo eleja nas próximas eleições.

    Marcelo Hidalgo Gonçalez 09/09/2021
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.