Enquete do PL 6379/2019

Resultado

Resultado final desde 10/12/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9.770 99%
Concordo na maior parte 122 1%
Estou indeciso 8 0%
Discordo na maior parte 9 0%
Discordo totalmente 28 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

O uso da musicoterapia com crianças autistas e idosos com demência.

Marcia Bulcão 11/12/2019
161

O projeto de lei não prevê a criação de conselhos (federal e regionais), ou outros meios de fiscalização do exercício da profissão de musicoterapeuta, o que é imprescindível para a garantia da saúde e bem-estar das pessoas que se valham de tratamentos musicoterapêuticos.

Mauricio Doff Sotta 21/12/2019
105

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 589 encontrados.

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  • Ponto positivo: Como estudante de pós em Musicoterapia sei que é imprescindível a regulamentação. Para que a profissão seja reconhecida e para garantir uma boa qualidade no tratamento musicoterapeutico. Visto que, sem a regulamentação é muito fácil um profissional tocar apenas um instrumento e dizer que é Musicoterapia. Mas como toda área da saúde, a musicoterapia se nao for feita por profissionais qualificados, tem efeitos iatrogenicos.

    Ruth Gomes 25/01/2024
    2
  • Ponto negativo: Os profissionais com formação em Música deveriam sim ter o reconhecimento somente com a pós graduação em Musicoterapia, pois têm os princípios básicos para, que somados aos conhecimentos da pós graduação os tornam totalmente aptos a prática musicoterapêutica.

    Lauren Peres Tavares 06/10/2022
    2
  • Ponto positivo: Estou formando em Musicoterapia e é imprescindível que haja essa regulamentação.

    Zé Marcos 05/10/2022
    5
  • Ponto positivo: É de vital importância para a saúde pública, não só no Brasil como nos demais países dos PALOPs, que esta lei seja aprovada. Já é internacionalmente reconhecido na ciência que a musicoterapia é altamente efetiva, de baixo custo de implementação e de poder curativo ilimitado. O que já era de conhecimento dos antigos (grécia, china, indígenas brasileiros, povos africanos ancestrais e hebreus, não excluindo outros) a significância e espiritualidade da música. Só há positividade!

    Alfredo José Moura de Assis 24/09/2022
    5
  • Ponto positivo: Sou musicoterapeuta e atuo há vários anos, a regulamentação é imprescindível.

    GILTON WELLINGTON FERREIRA FONTES 15/09/2022
    6
  • Ponto positivo: A regulamentacao para prática do exercício da função (com atuação no mínimo de 5 anos), penso que será feita por análise curricular do profissional que utiliza a música como forma de desenvolvimento, tratamento e crescimento do indivíduo. Esperamos que tal prática possa ser mensurada, não pelo título de musicoterapeuta, já que não há regulamentacao com o nome referido, mas já existe a prática do músico com atividades terapeuticas.

    Mania DeHarmonia 14/09/2022
    2
  • Ponto positivo: A Música é a terapia da Vida!!! Por uma sociedade mais justa e mais equilibrada com a harmonia e frequência para situação, cada fase, cada ser humano!!! Washington Brasil

    Washington Brasil da Silva 14/09/2022
    3
  • Ponto positivo: Nunca foi tão importante cuidar da cuidar da saúde física e mental das pessoas!

    Eduardo Filippi 08/09/2022
    2
  • Ponto positivo: Já deveriam ter regulamentado a profissão!!

    Suelen Bragion 06/09/2022
    3
  • Ponto negativo: Os profissionais de pós graduação devem ser reconhecidos.

    Shafira Lemos 01/09/2022
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PLP 236/2025

    Dispõe sobre a aposentadoria especial dos profissionais de Enfermagem, na forma dos artigos 201, § 1º, inciso II, e 40, § 4º-C, da Constituição Federal, e dá outras providências.

  3. PL 1111/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre a idade máxima dos veículos destinados à formação de condutores.

  4. PL 5942/2025

    Dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo - SENATUR e do Comitê Intersetorial de Investimento no Turismo

  5. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.