Enquete da PEC 206/2019

Resultado

Resultado parcial desde 28/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 398 3%
Concordo na maior parte 165 1%
Estou indeciso 27 0%
Discordo na maior parte 228 2%
Discordo totalmente 12.789 94%

O que foi dito

Pontos mais populares

Cobrar qualquer valor nas universidades federais é o mesmo que tirar o pão da boca do pobre, pois a educação gratuita é essencial como o alimento.

SANCLAIR CLEMENTE SANTOS 24/05/2022
401

Na atualidade, a população pobre representa mais da metade dos universitários, pagamos impostos absurdos por educação que deveria ser de qualidade. Além disso, o projeto não fala como será calculadas essas mensalidades e quais os critérios para a isenção.

Natália Sá 21/01/2020
329

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 885 encontrados.

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  • Ponto positivo: A PAC fala sobre cobrar dos alunos que tem condições de pagar, com valores máximos e mínimos definidos pelo Ministério da Educação, e ainda fala que esse valor deve ser mantido na própria instituição para auxiliar o custeio das atividades e de programas sociais para alunos que tem necessidade. Quem fala que isso vai prejudicar os mais pobre não leu o texto. Esta falando em garantir a gratuidade para os alunos mais pobres e gerando caixa para universidade fazendo com quem pode pagar pague.

    Yago GBS 15/05/2023
    0
  • Ponto negativo: Para aqueles que falam - sem saber - que cobrar mensalidades pelo ensino superior é prática dos países, sugiro ver os estudos do Prof. Dr. Otaviano Helene - USP sobre a questão. Facilmente é possível achar apresentações dele no youtube sobre o financiamento do Ensino Superior. Garanto que se não mudar de ideia, pelo menos não falarão besteiras ou votarão em projetos de lei que apenas ampliam a desigualdade educacional no Brasil.

    JOAO BATISTA SILVA DOS SANTOS 20/04/2023
    3
  • Ponto negativo: Além das garantias constitucionais pétreas que não podem ser alteradas, a PEC 206/2019 afronta dois tratados internacionais que o Brasil subscreveu, o PIDESC-Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, no Sistema Internacional, e o Protocolo de São Salvador, Adicional à Convenção Americana sobre os Direitos Humanos, no Sistema Regional Interamericano, com o compromisso de tornar a educação superior gratuita, previsto, respetivamente, no artigo 13, 2, c) e artigo 13, 3, c).

    Florisbela Maria Guimaraes Nogueira Meyknecht 06/02/2023
    4
  • Ponto negativo: A proposta em questão em nada contribuirá para o crescimento do país, seria mais útil é eficiente cortar despesas e direcionar esforços para o incremento da eficiência da máquina pública e corte de regalias que beneficiam apenas uma minoria, do que retirar da população a oportunidade de se qualificar por meio do Ensino Superior gratuito. Mais uma vez tentam tirar do brasileiro um direito conquistado a duras penas!

    Michelle Braga 22/01/2023
    3
  • Ponto positivo: A população Brasileira vai ter menos acesso a educação e ficar mais ignorante e facil de manipular.

    Jefersson Soares 19/10/2022
    2
  • Ponto negativo: Esse governo está acabando com a educação gratuita. Universidade é para todos

    Benedita Costa 15/10/2022
    5
  • Ponto negativo: A gratuidade do ensino nos estabelecimentos públicos é um princípio constitucional, logo essa PEC é inconstitucional por excluir a educação superior deste princípio, dando a esta tratamento diferenciado.

    ANA PAULA RIBEIRO DE SOUSA 15/10/2022
    3
  • Ponto positivo: Deve-se adotar sim, este modelo, semelhante ao modelo Norte Americano. Quem pode pagar, deve pagar sim. A realidade, nas universidades Públicas, especialmente, nos cursos mais procurados, como Medicina, Odontologia e Direito, as vagas ficam com alunos de melhor poder aquisitivos, egressos das melhores escolas particulares. Portanto, devem pagar pelo ensino.

    LUCIANO ALMEIDA SANTOS 14/10/2022
    1
  • Ponto negativo: É absurdo e fere princípios constitucionais. Esse governo está acabando com a educação

    Larissa Corrêa 07/10/2022
    4
  • Ponto negativo: Quem defende esta proposta não conhece o perfil dos estudantes das universidades públicas brasileiras pós Reuni. Trazer recursos privados (via mensalidade) teria diversos outros impactos no modelo de governança da instituição

    Weber Tavares da Silva Junior 19/09/2022
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).