Enquete do REQ 134/2019 CME

Resultado

Resultado final desde 26/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 94 98%
Concordo na maior parte 2 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

É importante discutir e conhecer as práticas comerciais adotadas pelas grandes distribuidoras que estão levando os pequenos revendedores à falência. Desse modo, o poder público poderá criar mecanismos para coibir tais práticas.

Magda Barros 27/11/2019
15

Nao vejo ponto negativo nesse processo, ao contrario vejo uma possibilidade de melhoria no negocio de combustivel para os pequenos postos.

Jose Antonio de Paula 27/11/2019
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

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  • Ponto positivo: Precisamos de apoio para garantir a sobrevivência de pequenas e médias empresas que trabalham honestamente e são prejudicadas pelas grandes distribuidoras.

    Hildete de Carvalho 04/12/2019
    0
  • Ponto positivo: Sou empresário do ramo há mais de 30 anos e nunca vi práticas tão desiguais e abusivas como tenho visto nos últimos anos. Precisamos do apoio para buscar equilíbrio nas relações comerciais.

    Djalma Pieroni 04/12/2019
    0
  • Ponto positivo: O princípio da ISONOMIA econômica deve ser defendido. As pequenas e médias empresas são os maiores geradores de emprego e renda no Brasil e correm risco com práticas desta natureza.

    Rafael de Carvalho Pieroni 04/12/2019
    0
  • Ponto positivo: As distribuidoras precisam esclarecer por que praticam preços diferentes para postos, muitas vezes no mesmo bairro.

    Uylson Zilio 04/12/2019
    0
  • Ponto positivo: Enquanto os revendedores são fiscalizados por qualquer aumento de preço, estando eles no ponto final da cadeia, os distribuidores deitam e rolam sem fiscalização e subindo os preços (que devem ser repassados pelo revendedor) diariamente sem motivo algum.

    Breno Machado 04/12/2019
    0
  • Ponto positivo: Acabar com a política predatória de preços praticados pelas Cias, favorecendo assim os pequenos revendedores e possibilitando menos desigualdade no segmento.

    César Cavalcanti 04/12/2019
    0
  • Ponto positivo: Botar fim ao abuso das distribuidoras que vem aumenta do significantemente suas margens nos últimos anos e prejudicando revenda e consumidor final. com práticas abusivas de preços e condições comerciais desleais.

    Paulo Dias 03/12/2019
    2
  • Ponto positivo: fui vitima de companhia. como pequeno revendedor, estou passando dificuldades pela diferença de preços cobrados pela companhia aos mesmos da bandeira.

    Orlando Mendes 03/12/2019
    6
  • Ponto positivo: Totalmente necessario. As distribuidoras majors sao as maiores vilãs responsaveis pelos altos preços dos combustiveis, juntamente com o governo.

    Richard Al Ghul 30/11/2019
    7
  • Ponto positivo: Importante que se saiba o "modus operandi" das grandes distribuidoras. Ficam com todo lucro em sacrifício aos revendedores.

    Rudinei Giordani Fagundes 30/11/2019
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei