Enquete do PL 6024/2019

Resultado

Resultado parcial desde 19/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 178 30%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 1%
Discordo totalmente 414 69%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ao ler a PL, o que se nota é apenas a preocupação com o desenvolvimento do estado e a preocupação com os povos que VERDADEIRAMENTE VIVEM E PRODUZEM NA FLORESTA E NÃO SÃO SUSTENTADOS PELO GOVERNO ESQUERDISTA E ONGS INTERNACIONAIS QUE SÓ ROUBAM O PAÍS! NA REALIDADE TERIAM QUE SE REVISTA TODAS AS REZERVAS FLORESTAIS, APAS, E ÁREAS AMBIENTAIS FEITAS NESTES ANOS DE GOVERNOS ESQUERDISTAS, DESDE FHC. POR QUESTÃO DE SOBERANIA NACIONAL. CONCORDO E APOIO PLENAMENTE COM O PL.

GUILHERME NAIF CHALUB FILHO 19/09/2021
4

É de uma irresponsabilidade moral, social e econômica enorme o uso dessa área de proteção, que é fundamental para o bom funcionamento dos ecossistemas e da população local. Essa area precisa ser protegida do desmatamento. Porque não reutilizar áreas que já foram desmatadas e reflorestar elas pra ter recursos futuros? Essa lei é inconstutucional.Recursos naturais tem que ser usados com inteligência e para o benefício de toda a sociedade e não explorados para o Enriquecimento de poucos.

Patricia Schavarosk 03/08/2021
34

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 44 encontrados.

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  • Ponto negativo: O princípio fundamental das Resex foi criada para as populações extrativistas, desenvolver o modo de vida dos seringueiros com a criação de animais dentro do limite para cada família . Foi concebida para ser gerida pela própria comunidade. Dada a concessao do direito real de uso. Os conflitos que existem se referem a esse fator que pode ser resolvido de outra maneira. Retirar áreas de terras da reserva, vai contribuir para que o latifúndio se estabeleça finalmente na área

    Francisca da Silva Reis 09/10/2023
    0
  • Ponto negativo: Nesse caso específico, faltou mesmo reeducar a população que há maneiras de tirar seu sustento da terra sem invadir a reserva. Além disso, o conflito relatado ocorre pois não houve uma política educacional com a população local conjunta a criação da reserva. E vale sempre lembrar que não há necessidade de novas terras produtivas para o agro, mas sim uma política decente de desenvolvimento das áreas não produtivas/latifúndios e tecnologias para aumentar produtividade no campo.

    Rafael Zabotini Vejenski 30/08/2022
    2
  • Ponto positivo: As pessoas votam aqui sem ter o menor conhecimento da causa, isso nada tem a ver com índios, essa linha de reserva fica a 10 km do centro da cidade histórica xapuri Acre, reserva essa que impede os colonos de criar e plantar livremente… absurdo total

    Ed Legendário 03/06/2022
    0
  • Ponto positivo: O Pl só fortalece um setor que vem crescendo e sustentando a economia do nosso país e que o Acre e totalmente dependente do nosso agro

    Silva Rodrigues 02/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Será bom para o desenvolvimento agrícola do estado

    Emerson Soares sales da silva 02/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Hoje a miséria predomina os lares da maioria das famílias da reserva que sobrevivem da estação de castanha, acomulam renda média de 5 mil por ano, quem só de vive com isso?

    RAIMUNDO NONATO CRUZ PEREIRE 02/06/2022
    0
  • Ponto negativo: Abre espaço para a destruição do bioma local, afetará diretamente a vida dos povos tradicionais e indígenas que ali vivem para favorecer fazendeiros e o agronegócio. Temos que dar um basta nessa forma de desenvolvimento. Até parece que vivemos ainda no século XIX.

    ADELINO MATIAS 02/06/2022
    5
  • Ponto positivo: Nós só que o direito de trabalhar pro tira o sustento pro sustento da nossa família

    RAIMUNDO NONATO SANTOS DA SILVA 01/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Acho que nós precisa trabalhar pra sobreviver ,vem tando dinheiro pra preservá a floresta porem os governos só quere oprimir os moradores quer está la trabalhando pra sobreviver

    RAIMUNDO NONATO SANTOS DA SILVA 01/06/2022
    0
  • Ponto positivo: As famílias q vivem da terra vao ter oportunidade de trabalhar tranquilo

    Tabocal Compra e venda de bovinos 01/06/2022
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.