Enquete do PL 1766/2019

Resultado

Resultado parcial desde 19/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 639 98%
Concordo na maior parte 11 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Estimular o empregador a manter os empregos domésticos.

Vidal Reis 09/12/2019
37

A proposta apresenta prazo, mas entendo que a volta da dedução deveria ser pra sempre.

Rodrigo César Miranda 07/03/2024
26

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Manter os empregos domésticos

    TALITA ROMERO FRANCO 22/09/2025
    0
  • Ponto negativo: A proposta estabelece prazo, mas entendo que deva ser de caráter permanente.

    Elisabete Britto 29/05/2024
    4
  • Ponto positivo: Os Srs Deputados precisam urgentemente pautar e aprovar a referida proposta haja vista que o PL em questão já tem 5 anos e, portanto, impedir a dedução no IRPF dos Pagamentos do INSS para os empregadores domésticos é uma medida que já vem onerando há bastante tempo o empregador doméstico, que já possui uma carga considerável de impostos na contratação dos empregados domésticos por carteira assinada e muitas vezes não consegue conceder reajustes maiores para valorizar o empregado doméstico

    Rogério de Castro Melo 05/05/2024
    7
  • Ponto positivo: `Necessário que os representantes eleitos (DEPULTADOS FEDERAIS E SENADORES), demonstrem a hombridade e comprometimento em fazer justiça social para uma classe de trabalhdores hitoricamente explorada, ao mesmo tempo em que beneficia todos os contribuintes que trabalham fora de casa e precisam dos empréstimos da profissional do lar (emprega doméstica). ESSA LEI PRECISA SER APROVADA, TEM MUITO MAIS IMPORTANCIA DO QUE A LIBERAÇÃO DE QUALQUER EMENDA PARLAMENTAR.

    JUAREZ SANTANA SANTOS FILHO 03/05/2024
    5
  • Ponto positivo: `Necessário que os representantes eleitos demonstrem a hombridade de fazer justiça social uma classe de trabalhdores hitoricamente explorada ao mesmo tempo que beneficia todos os contribuintes que trabalham fora de casa um precisam dos emprestimos da profissional do lar (emprega domestica). ESSA LEI PRECISA SER APROVADA, TEM MUITO MAIS IMPORTANCIA DO QUE A LIBERAÇÃO DE QUALQUER EMENDA PARLAMENTAR.

    JUAREZ SANTANA SANTOS FILHO 03/05/2024
    4
  • Ponto negativo: A dedução não deve ser temporária, mas, permanente para incentivar de vez a formalização do trabalho doméstico.

    Assinante 27/03/2024
    7
  • Ponto negativo: O prazo para dedução precisa ser maior. Se visa estimular a formalização, precisa garantir a dedução por um prazo maior.

    Alessandro Vieira 20/03/2024
    5
  • Ponto positivo: É um projeto importante para estímulo à formalização do trabalhador doméstico, através do incentivo ao empregador com a dedução no imposto de renda.

    Alessandro Vieira 20/03/2024
    6
  • Ponto positivo: Embora o valor descontado não é 10% do contribuído, já é algo estimulante para que paguemos regularmente e continuemos com o emprego de Auxiliares caseiros.

    JMario Mello 10/03/2024
    6
  • Ponto negativo: A proposta apresenta prazo, mas entendo que a volta da dedução deveria ser pra sempre.

    Rodrigo César Miranda 07/03/2024
    26
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).