Enquete do PL 5905/2019

Resultado

Resultado parcial desde 06/11/2019

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O que foi dito

Pontos mais populares

Projeto importantíssimo para os municípios Brasileiros, a violência está presente em todas as cidades, o governo sozinho não consegue atender as demandas da violência municipal, por vários motivos, baixo efetivo, falta de estrutura, os municípios ficam a mercê da bandidagem.

Andersondasilva Silva 16/06/2021
9

Ponto negativo desta proposta é o monopólio da segurança pública praticado pelas polícias militares e a falta de apoio dos Prefeitos e desconhecimento dos mesmos, sobre o enorme potencial que as Guardas Municipais possuem na redução dos índices de violência. Santana Jornalista / Bacharel em Ciência Política

PMB NOTÍCIAS Santana Jornalista 15/06/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto positivo: Municipalização da segurança pública já

    luan pedro 07/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Espero que este projeto seja aprovado urgentemente, pois a segurança pública municipal é de suma importância na sociedade. O ideal é municipalizar a segurança pública.

    Eduardo 06/06/2022
    3
  • Ponto positivo: Os municípios tem que serem considerados entes federados e portanto a isonomia tem que prevalecer na supremacia de força.

    marlon cesar arantes 06/06/2022
    5
  • Ponto positivo: Municipalização da segurança pública urgente...

    Josias Cecílio De Menezes 17/05/2022
    7
  • Ponto positivo: Acho uma ótima iniciativa no fortalecimento da SEGURANÇA PÚBLICA BÁSICA, através das GUARDAS MUNICIPAIS onde o Município deixa de ser OMISSO e assume realmente seu papel de estado.

    comissão desportiva 17/05/2022
    6
  • Ponto positivo: As Guardas Municipais tem contribuído com a segurança pública dentro do município, garantindo a efetiva atuação tanto na segurança preventiva, como também nas questões que envolve defesa civil e politicas públicas voltada para uma segurança de aproximação com o cidadão seguindo os princípios e diretrizes da Lei 13.022/2014 e colaborado de forma integrada com os outros órgãos de segurança pública.

    Marcilio Domingos da Silva 12/08/2021
    7
  • Ponto negativo: E que a política da não violência não entendi que quanto mais homens nas ruas com as suas instituições bem estruturada haverá certamente um combate mais justo para a redução da violência em nosso país pois não se consegue reduzir violência apenas com palavras tá na hora de arregaçamos as mangas e por os pés na lama

    Otávio Rodrigues da Silva 16/06/2021
    1
  • Ponto positivo: O mais importante é que se tenha uma instituição bem estruturada e independente para que assim possa dar o melhor para a já tão sofrida população brasileira por este motivo creio que toda a sociedade deveria estar a favor deste importante projeto que terá como benefícios a melhor segurança da população brasileira

    Otávio Rodrigues da Silva 16/06/2021
    7
  • Ponto positivo: Projeto importantíssimo para os municípios Brasileiros, a violência está presente em todas as cidades, o governo sozinho não consegue atender as demandas da violência municipal, por vários motivos, baixo efetivo, falta de estrutura, os municípios ficam a mercê da bandidagem.

    Andersondasilva Silva 16/06/2021
    9
  • Ponto positivo: A participação das Guardas Municipais no combate ao crime organizado é de fundamental importância , haja vista que à atuação preventiva das Guardas Municipais , próximos aos pontos de vendas de entorpecentes , causa uma grande ferida no trafico de drogas, atingindo diretamente as grandes cabeças do tráfico! Uma Guarda operacional e estratégica em co dignidade formidade das leis 13022 e lei 13675, a população só têm a ganhar. Para isso se tornar uma realidade , o município precisa de recurso .

    Jorge Miguel 15/06/2021
    6
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  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei