Enquete do PL 5881/2019

Resultado

Resultado parcial desde 06/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 5.838 99%
Concordo na maior parte 32 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 15 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Economia justa aos que pagam convênio, já que o nutricionista também precisa de dados bioquímicos para prescrever uma boa conduta e/ou planejar a terapia do paciente.

Catarina Schiavinato Nardim 30/06/2020
121

O diagnóstico não pode estar somente nas mãos de médicos. Tem que ser acessível a todos os profissionais de saúde.

ALZIRA NELI DOS SANTOS MOSCA 21/07/2020
264

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 437 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os profissionais nutricionistas necessitam dos resultados dos exames laboratorias para verificação dos níveis mais variados, desde por exemplo vitaminas e minerais, até contagem de plaquetas no sangue de seus pacientes, para poder prescrever suplementações, caso necessário, juntamente com a dieta específica e, atuar efetivamente no tratamento, para atender para atingir os objetivos de cada cliente-paciente.

    LUCIANA PAZ DE OLIVEIRA 05/05/2025
    0
  • Ponto negativo: Diagnóstico médico é prerrogativa do MÉDICO. O paciente não é um resultado de exame. Diagnóstico e tratamento envolvem análise profunda e solidamente baseada em conhecimentos apreendidos ao longo de 6 anos ou mais. Além disso, a clínica é sempre soberana. Exames são COMPLEMENTARES, não centrais, em qualquer que seja o tratamento.

    YURI JESUS DE ABREU 21/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Nutricionistas necessitam do pedido de exames bioquímicos para avaliar a melhor conduta aos seus pacientes. Muitas pessoas possuem deficiências de vitaminas, minerais ou possuem marcadores bioquímicos alterados que indicam inflamação, alta ou baixa de nutrientes, etc. que são essenciais para um planejamento adequado. Já passou da hora dos planos aceitarem o pedido vindo de nutricionistas que são profissionais sérios e extremamente importantes para a promoção da saúde.

    Camilla Freitas 15/08/2024
    0
  • Ponto negativo: A grande maioria dos nutricionistas pedem exames desnecessários.

    Theo Caldas 21/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Além disso, pessoas em acompanhamento nutricional frequentemente marcam consultas médicas somente para que este solicite exames que, caso essa PL seja aprovada, poderiam ser solicitados pelo nutricionista. Ou seja, o valor de uma consulta médica adicional foi um gasto redundante do plano de saúde em decorrência dessa incoerente conjuntura atual

    César Maschio Fioravanti 09/05/2024
    0
  • Ponto positivo: Acredito que existe um receio em relação ao aumento de custos pelas empresas de saúde complementar. No entanto, existem argumentos fortes de que a aprovação dessa PL teria o efeito contrário, ou seja, de redução de custos. Um acompanhamento nutricional adequado leva a uma grande melhora de saúde e, consequentemente, à uma diminuição do número de consultas médicas e internações tanto a curto quanto a longo prazo.

    César Maschio Fioravanti 09/05/2024
    0
  • Ponto positivo: É imprescindível a avaliação do paciente como um todo antes de fazer um planejamento dietoterapico os exames laboratoriais são de extrema importância uma vez que tratamos também de doenças através da dietoterapia, o convênio acaba tendo um gasto a mais desnecessário uma vez que o paciente passa com o nutricionista e tem que passar muitas vezes com o médico apenas para solicitação de exames laboratoriais simples que poderia ter resolvido apenas com a consulta do nutricionista.

    ANDREIA DE SOUZA DOMINGUES 16/11/2023
    0
  • Ponto positivo: A sociedade sai ganhando com a aprovação deste PL, pois não haverá necessidade de procurar um médico para assinar um pedido de exame feito por um profissional competente da área de saúde, ou seja, o nutricionista. Já se foi a época que esta profissão era vista como passador de dieta. Sabe-se a profunda importância da nutrição e seus impactos na saúde.

    Larissa Veras Saúde Integrativa 24/04/2023
    1
  • Ponto positivo: Essencial para o exercício pleno da profissão. Como acompanhar o desempenho do organismo se nutricionista não tem autorização por plano de saúde para pedir exames laboratoriais? Qual a necessidade de exigir um crm ? Não faz o menor sentido, apenas monopólio de poder da classe.

    Larissa Veras Saúde Integrativa 24/04/2023
    2
  • Ponto positivo: É imprescindível lei para obrigar os planos de saúde liberaram exames laboratoriais para as nutricionistas prescreverem os pedidos destes, para conseguir executar se trabalho. A medicina esta na hora de evoluir

    Marlise 09/03/2023
    6
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei