Enquete do PL 5877/2019

Resultado

Resultado parcial desde 05/11/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 280 5%
Concordo na maior parte 29 1%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 55 1%
Discordo totalmente 5.193 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Alguém vai comprar uma grande empresa a preço de banana.

Daniel Silva 06/11/2019
246

Aumento da tarifa em virtude da descotização.

Felipe Sousa Chaves 06/11/2019
121

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Exibindo resultados 1 a 10 de 665 encontrados.

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  • Ponto negativo: Nossos serviços de necessidades básicas não podem se tornar objetos de venda para lucro de grandes empresas! Nossa energia encarece, piora, e ainda pode cair em mãos de empresas estrangeiras, resultando na saída de recursos de toda a população do país para algum grupo de acionistas estrangeiros. Estamos vendo o resultado de uma privatização dessas com a Enel em São Paulo e outras cidades.

    CAIO FORNARI FURHOLZ 19/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Sou contra a privatização, o cidadão estuda para um concurso público e o cara simplesmente não trabalha da empresa, não precisa dela para sobreviver e simplesmente privatiza e coloca todos no olho da rua ...

    Ailton França Carvalho 27/12/2022
    0
  • Ponto negativo: Diferentemente do que acontece nos EUA, Rússia, China e Reino Unido, nossos empresários só estão comprometidos com si próprios. Em rigor, aqui parece ainda ser uma colônia, que deve ser explorada ao máximo para usufruir dos benefícios no exterior. Assim, os donos da Eletrobrás vão fazer basicamente isso. Tarifas vão aumentar, serviço vai piorar e quem pagará o pato são os brasileiros aqui residentes.

    Diego Freitas 28/05/2022
    0
  • Ponto negativo: Não tem como garantir a soberania nacional do Brasil sem o controle completo dos mananciais e da energia elétrica, o preço da energia vai disparar e o pais não terá como se desenvolver e gerar empregos, todos os produtos principalmente alimentos vão subir de preço, sequer cogitar a venda dessa empresa é um absurdo e uma decisão que vai contra todos os interesses populares

    Thom 25/05/2022
    0
  • Ponto negativo: Vão vender a preço de banana uma empresa lucrativa e que se bem gerida tem potencial enorme tanto econômico quanto social. Para piorar vão mascarar o aumento de preços criando um fundo de 30 bilhões. O que na prática devolve o dinheiro para o comprador. Fora o risco enorme de perder o controle de um recurso estratégico.

    Marcelo Vianna 19/04/2022
    1
  • Ponto positivo: Empresas excelentes que são Brasileira e do nosso povo, são estratégicas e se formos comparar com os Estados Unidos, todas hidroelétricas deles, bem como as usinas atomicas, todas, são estatais. Os militares de lá não deixam estes serviços serem privatizados. Os americanos são espertos. Imaginem a conta de luz que já é alta nas mãs das empresas privadas. Olhem a E*el em São Paulo, que lixo. Falta luz direto na minha casa e já até perdi geladeira e máquina de lavar por causa das quedas. Estudem!

    Ulisses Manzo Castello 17/02/2022
    1
  • Ponto negativo: Já venderam muitas empresas públicas, no entanto o Brasil só vai para tráz, privatizar a Eletrobras só vai piorar para os mais pobres, essas empresas só visam lucro e nem sempre oferecem bons serviços.

    Maria Landi 16/02/2022
    1
  • Ponto negativo: Privatizar a Eletrobrás implicará corte de luz dos pobres, aumentarão os apagões e haverá sobretaxação da classe média. Tais fatos serão as bases dos lucros dessas multinacionais, valorizando suas ações em bolsa, deixando ricos mais ricos. Mais uma proposta do terraplanismo econômico gerado pela escola de Chicago.

    Massa Amino 21/05/2021
    10
  • Ponto positivo: Iniciativa privada é sempre mais eficiente e a golden share garante o poder de veto a atitudes prejudiciais ao país.

    Nelson Eduardo V. Weingrill 20/05/2021
    0
  • Ponto positivo: Temos que diminuir o Estado, pois o deficit é grande e com a pandemia só aumentou !!! Somente para termos uma ideia as contas do governo registraram em 2020 déficit primário recorde de R$ 743,087 bilhões - um valor que representa 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Isso é muito grave !!!!

    Renata Reimberg Calegari 25/02/2021
    0
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).