Enquete do PL 5762/2019

Resultado

Resultado final desde 30/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 367 27%
Concordo na maior parte 45 3%
Estou indeciso 10 1%
Discordo na maior parte 54 4%
Discordo totalmente 872 65%

O que foi dito

Pontos mais populares

A justificativa esta correta, estamos há 10 meses e a ANPD ainda não definiu algumas coisas importantes.

Roberto Albuquerque 31/10/2019
21

As empresas vão deixar para a última hora, facilitando que ocorram mais brechas que podem impactar com alto risco os titulares dos dados.

Max Gomes 31/10/2019
47

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 230 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com a prorrogação, pois infelizmente o número de entidades que não são empresa com fiz comerciais, mas devido sua necessidades operacionais não estão tendo tempo hábil para se adequar com as novas regras, exemplo condomínios, onde a implantações de novas tecnologias, treinamentos e capacitação de funcionários esta gerando certa dificuldades por ser tratar de algo tão recente e o fluxo de caixa de algumas instituições não estarem tão preparadas para esse fato.

    Guilherme Tavares dos Santos 31/01/2021
    0
  • Ponto negativo: O Brasil precisa se posicionar ante o cenário global de proteção de dados. Postergar esta medida pode ter impactos até mesmo em relações comerciais quanto à segurança da informação e privacidade de dados com empresas da União Européia e outros.

    Edgar Paes 26/03/2020
    0
  • Ponto negativo: Prorrogar a implantação de algo que as empresas mais organizadas de todos os setores já iniciaram a sua conformidade é, no mínimo, desacreditar a LGPD. Não dá para nivelar este assunto por baixo e querer que o Brasil acompanhe aquelas empresas que não se preocuparam com o assunto ainda. Ora, países preocupados com a privacidade de dados, como é o caso da união européia, vão querer estabelecer relações comerciais também com países alinhados a esta questão.

    Ricardo Holderegger 26/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Diante da atual crise enfrentada pelo país e por todas as empresas nesse cenário de incertezas, certamente a entrada da Lei em vigor em agosto de 2020 será mais um fator de preocupação e aumento de custos. Diante dessa crise, concordo com a prorrogação.

    KARINA LOUREIRO PESTANA 26/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Com o Corona Vírus, será umpossível se adequar a tempo! Há mil outras prioridades.

    Rafael Sousa 25/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Lei copiada da UE e feita para ser esquecida. Aqui e lá. Podiam adiar indefinidamente. O mais irônico é que aqueles avisos chatos de política de uso de cookies, que ninguém lê e que a União Européia tornou obrigatórios, são coisa do passado. Com as técnicas atuais de fingerprint, um site pode até se abster de usar cookies! Tem até um site que comprova isto em termos bem simples: https://www.nothingprivate.ml/

    Guilherme Rudnitzki 05/03/2020
    0
  • Ponto positivo: As empresas precisam de tempo para se adequarem. Principalmente as pequenas, que não dispõe de muito dinheiro e podem demorar mais tempo que as empresas de grande porte.

    Alexandre Berringer 05/03/2020
    1
  • Ponto negativo: Demonstra a incompetência do Estado para executar e o inchaço legislativo na produção em escala de legislações que não se fundamentam.

    Jose Eduardo Ronchi 02/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Prazo maior para adequação por parte das empresas com a possibilidade de as definições ainda faltantes por parte da ANPD virem à tona.

    Jose Eduardo Ronchi 02/03/2020
    0
  • Ponto negativo: Houve tempo. Adiar é premiar quem não fez. Se a ANPD não for formada a tempo, adiem apenas a aplicação de multas, mas não a entrada em vigor.

    Laudelino A. de Oliveira Lima 02/03/2020
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1424/2026

    Define antissemitismo com a finalidade de instruir as políticas públicas nacionais.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  4. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  5. PL 6359/2025

    Dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei