Enquete do PL 5538/2019

Resultado

Resultado parcial desde 16/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 49 89%
Concordo na maior parte 6 11%
Estou indeciso 0 0%
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Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Vai garantir tratamento especializado aos pacientes com epilepsia. Ainda encontro muitas dificuldades para me tratar na rede pública.

Monica Chagas 25/01/2020
8

Propõe que o tratamento deve ser feito por especialista- neurologista. Não há necessidade para mais de 70% das pessoas com epilepsia. O médico da atenção básica das UBS pode sim tratar dessas pessoas com eficácia

Denise Martins Ferreira 16/02/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: É muito importante que a pessoa com epilepsia tenha um tratamento digno e que os médicos considerem as comorbidades. Por esta razão, ser assistido por neurologista é fundamental. Ainda não consideram PCD porque na maioria das vezes, quem não tem, não faz ideia do quanto uma pessoa com epilepsia precisa abrir mão de muitas coisas para ter "uma vida normal". Há um sofrimento nesta jornada invisível e digo isso porque passei por muito preconceito na família, no trabalho.

    SILVANA RODRIGUES SEARA 15/06/2025
    0
  • Ponto positivo: É muito importante, eu como mãe de criança que tem epilepsia, de baixa renda e moradora de interior, tenho muita dificuldade em ter acesso a consultas do meu filho com neuropediatra, onde moro não tenho assistência, pois aqui a epilepsia ainda é invisível

    Juliana Barbosa 18/05/2024
    0
  • Ponto positivo: Os portadores de epilepsia de baixa renda e inscritas no CadÚnico deveriam entrar no BPC pois a epilepsia é uma doença crônica na qual impossibilita ao trabalho. Essa doença afeta principalmente as pessoas que vivem em vulnerabilidade social. É preciso que os políticos cri políticas públicas por fim socorrooooooooo.

    Yasmim Cavalcante 01/12/2022
    3
  • Ponto positivo: É de suma importância a aprovação do PL 5538/2019, pois em casos de epilepsia de difícil controle, o tratamento se torna muito caro, tanto a questão dos medicamentos como consultas com o Neurologista, pois as unidades básicas de saúde não tem esse profissional para garantir um bom acompanhamento médico.

    JOSE EVILASIO COSTA DE OLIVEIRA 21/07/2022
    3
  • Ponto positivo: Garantir aos portadores de Epilepsia que tenham contribuído por no mínimo 5 anos com o INSS o direito a aposentadoria pela média salarial desde o início até o final da contribuição. Garantir aos mesmos o direito de obter nas farmácias os medicamentos sem custo. Garantir as consultas com custos pagos pelo SUS.

    Antônio Sérgio silva 06/12/2021
    3
  • Ponto positivo: Disponibilização de tratamento pelo SUS, pois uma consulta com Neurologista é uma das especialidades mais caras e de difícil acesso no interior. E também isentar os portadores de epilepsia do pagamento de Imposto de Renda de Pessoa Física.

    Marcos Antonio Rezende 01/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Irá ampliar o atendimento especializado no Sistema Único de Saúde . Atualmente o atendimento tem sido muito precário. Condições quase inexistentes para o atendimento profissional especializado humanizado para pessoas que possui tal condição de saúde. A fila de espera para agendar uma consulta médica com o profissional especializado! Via de regra leva meses quase um ano em muitos casos. Quem possui tal condição não pode receber atendimen médico anualmente visto o agravamento da condição existente

    Leonardo Moura 31/10/2021
    1
  • Ponto positivo: E importantissimo esta lei porém discordo no ponto que a epilepsia seja temporária. Ela pode apresentar na forma temporariamente como PERMANENTE como e meu caso que desde 1 (um) ano de idade tenho e estou com 46 anos e vou morrer com ela. Nada vai me desvincular dela. E preciso de uma lei que proteja não so SUS, mas sim, SUS-PREVIDENCIÁRIO- TRABALHISTA-EMPREGO-INCLUSÃO e abnegação dos problemas de saúde. Pois tenho cardiopatia-pressão alta severa-problemas psiquiátricos-epilepsia. O inss nega.

    Mauro R. F. SOUZA 06/04/2021
    2
  • Ponto positivo: Mais de 50 milhões de pessoas no mundo tem epilepsia e um terço são refratários. Há necessidade de disponibilizar medicações alternativas para esses pacientes!

    KARINA DE AREA LEAO MACHADO 21/07/2020
    3
  • Ponto negativo: Propõe que o tratamento deve ser feito por especialista- neurologista. Não há necessidade para mais de 70% das pessoas com epilepsia. O médico da atenção básica das UBS pode sim tratar dessas pessoas com eficácia

    Denise Martins Ferreira 16/02/2020
    1
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  3. PL 849/2025

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