Enquete do PL 5491/2019

Resultado

Resultado parcial desde 10/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 96 26%
Concordo na maior parte 8 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 265 71%

O que foi dito

Pontos mais populares

Serve como atestado de ignorancia econômica.

Juliano D. Zago 14/10/2019
49

Vai inchar ainda mais o estado que tem seus recursos limitados. O que gera emprego é crescimento econômico e não canetada de deputado federal.

Gê Torres 14/10/2019
33

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 61 encontrados.

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  • Ponto positivo: A proposta é vital para os brasileiros. Aos que apresentam supostos argumentos econômicos, parem de achar que aprendem economia assistindo a ou lendo jornais. O confronto com os dados empíricos mostra que a TQM não funciona para explicar a realidade como ela se apresenta. Para que a inflação por expansão monetária ocorra, seria necessário que estivéssemos no limite do uso das capacidades produtivas. No Brasil, rico em matérias primas e mão de obra ociosa, isso está longe de acontecer.

    LUCIA ELINA SAGAWA 25/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Este projeto tem o mérito de questionar a necropolitica reinante no cenário econômico - contra a sociedade disciplinar, o pleno emprego. Que o Estado assuma seu papel de uma vez por todas.

    Lara vidaurre 11/08/2021
    2
  • Ponto positivo: O direito ao emprego é um dos mais importantes. O Estado gasta com privilégios que não movimentam a economia. No caso da garantia de empregos, haverá retorno em impostos e em serviços.

    DANIEL VALDIR SANTIAGO 04/06/2021
    2
  • Ponto positivo: PL fundamental e, mais que de extrema importância, necessário. O PL, para além de propor algo que assegura a existência e dignidade de todo cidadão brasileiro que se vê em apuros para conseguir um emprego, dá um grande passo na garantia do melhor desenvolvimento econômico e social do país, coisa imprescindível de ser feita pelo Estado em um momento de crise econômica agravada por uma pandemia que vem ceifando a vida de tantos brasileiros.

    Wendell Magalhães 16/02/2021
    2
  • Ponto positivo: É legítima e essencial essa proposta! Nosso país está sendo desindustrializado, o capital se dirigindo para o mercado financeiro onde nada se produz e medidas que procurem minimizar a desigualdade social gerada por esses fatores são bem vindas! É preciso discutir urgentemente esta saída para o trabalhador brasileiro que está cada dia mais abandonado e à mercê de um governo que não os privilegia nem os enxerga.

    Hellen Vieira 16/02/2021
    2
  • Ponto positivo: Excelente ideia, precisamos de empregos urgentemente.

    Elda Carvalho 15/02/2021
    0
  • Ponto positivo: Ótimo projeto para proteger o pais e sua população do desemprego, sobretudo em momentos de crise. Aparentemente a ideia parece com a do Job Guarantee americano e poderia realmente ajudar o pais a crescer e auxiliar os mais pobres. Com relação a certos comentários, pessoal que nao entende de economia e segue essa cartilha liberal nem deve ser levado em conta

    T 12/02/2021
    1
  • Ponto positivo: Projeto absolutamente essencial pra nossa sobrevivência como povo: falta infraestrutura, educação, saúde, e sobram braços pra resolver essas questões. É imoral que tenhamos tantos milhões de desempregados no país! É urgente que o trabalho seja melhor distribuído.

    Luis Silva 26/01/2021
    4
  • Ponto positivo: A preocupação com o cidadão que está em situação financeira de insustentabilidade, pois desempregado e sem renda, sua sobrevivência está ameaçada.

    Rogerio Leal 20/08/2020
    4
  • Ponto positivo: Se o Estado não garante as condições mínimas de subsistência e dignidade, ele serve para que e para quem? Mesmo que o projeto alcance um "mínimo" possível, é legitimo e popular. É bom que cause espanto a essa imoral direita, pseudo econômica, porque a massa trabalhadora vai reivindicar o seu lugar na política e temos a constituição a nosso favor.

    Ariel Baptista 15/07/2020
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).