Enquete do PL 5415/2019

Resultado

Resultado parcial desde 08/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 103 80%
Concordo na maior parte 5 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 21 16%

O que foi dito

Pontos mais populares

Preocupação com os pacientes que já utilizam medicamentos biológicos.

Cris Antemo 15/10/2019
5

Biossimilares foram introduzidos na Europa há 15 anos, e o uso naqueles países já atingiu mais de 2 bilhões de pacientes-dia. Nunca um biossimilar aprovado de acordo com as recomendações da OMS foi retirado do mercado por questões de segurança. Ao mesmo tempo, a entrada dos biossimilares no mercado reduz o preço destes medicamentos de alto custo e aumenta o acesso a biológicos, como mostrou a experiência europeia. Estudos que avaliaram a troca não mostraram problemas de eficácia ou segurança.

Daniel Soares Freire 10/08/2021
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 20 encontrados.

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  • Ponto positivo: O problema não é o biossimilar e sim a troca sem o conhecimento médico, sabemos que na teoria os medicamentos são iguais, mas na prática não. Espero que aprovem logo esse projeto para aliviar a dor de quem está com o tratamento comprometido por essa troca descontrolada objetivando só a redução de custo.

    Maikon Bolson 20/07/2022
    0
  • Ponto negativo: A entrada dos biossimilares aumenta a concorrência no mercado possibilitando a queda do preço dos biológicos originadores e com isso possibilitando que eles se mantenham no SUS para pacientes em uso prévio ou em início de tratamento. Apesar disso a eficácia e segurança dos biossimilares já foi comprovada em vários países desde 2006 com a aprovação do primeiro na Europa. Como médica tenho experiência desde 2013 e meus pacientes mantiveram remissão sem eventos adversos.

    Hellen De Carvalho 16/08/2021
    0
  • Ponto negativo: Acho que o medicamento poderia ser trocado por um biossimilar estando ou não em início de tratamento. Pois eu que uso adalimumabe por exemplo e já ficou faltando diversas vezes na farmácia de alto custo não teria como nesse tempo usar um biossimilar por estar em tratamento a bastante tempo e correr o risco da saúde piorar por falta de medicamento. E poderia caso o paciente em tratamento estiver sem o medicamento deveria ser prioridade em consulta médica pelo SUS o mais rápido possível

    Marcelo Junior 11/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Ideal pois a intercambiabilidade pode ser prejudicial ao tratamento, sendo assim possível ou iniciar já com o bioasimilar ou não conforme a linha de tratamento ideal para cada caso.

    Grá Carolina 11/08/2021
    1
  • Ponto positivo: É de extrema importância que a troca dos medicamentos referência pelos biossimilares só ocorra com a devida autorização do médico assistente.

    Beatriz Yamashiro 11/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Muito bom esse PL 5415/2019 e de grande importância, para nós paciente reumáticos. Como toda certeza, esse projeto tem que ser aprovado pelos deputados, seria um grande passo e alivio para nós todos que precisamos dos medicamentos biológicos.

    Natalie Fernandes 11/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Cada paciente tem que ter o direito de usar uma mediação adequada, pois no dia a dia já sofremos muito com a doença de cronh então tudo que for possível para melhorar as nossas vidas tem que ser feito. E outra se tu faz tratamento somente o teu médico tem direito de trocar a medicação nem um outro órgão deve mexer na medicação prescrita de um paciente.

    Diovanna Kreuzburg 11/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Assunto muito sério e até mesmo de vida ou morte para muitos. Eu no momento posso usar apenas 1 (um) biológico já fabricado, sem condições de ser trocado automaticamente por outro biossimilar.

    Lillian Dos Anjos 10/08/2021
    1
  • Ponto negativo: Biossimilares foram introduzidos na Europa há 15 anos, e o uso naqueles países já atingiu mais de 2 bilhões de pacientes-dia. Nunca um biossimilar aprovado de acordo com as recomendações da OMS foi retirado do mercado por questões de segurança. Ao mesmo tempo, a entrada dos biossimilares no mercado reduz o preço destes medicamentos de alto custo e aumenta o acesso a biológicos, como mostrou a experiência europeia. Estudos que avaliaram a troca não mostraram problemas de eficácia ou segurança.

    Daniel Soares Freire 10/08/2021
    1
  • Ponto positivo: Vivenciei situaçao de troca de medicaçao biológica de alto custo por medicaçao de menor custo efetivada pelo Plano de Saúde m/medico optou em requisita-la no SUS...e pude manter a medicaçao prescrita pelo medico assistente. Sou profissional da Saúde e reitero q.em todas situaçoes a prescriçao medica deve prevalescer. Que todos cidadoes tenham esse direito e respeito.

    maria helena 10/08/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.