Enquete do PL 5387/2019

Resultado

Resultado final desde 07/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 63 28%
Concordo na maior parte 22 10%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 10 5%
Discordo totalmente 122 56%

O que foi dito

Pontos mais populares

Consolida leis o que aumenta a segurança jurídica Dá maior flexibilidade o que permite adaptar as regras à nova realidade econômica e tecnológica

Ricardo Franco Moura 13/10/2019
17

O Art. 14 traz um retrocesso às inovações feitas pelo art. 25 da Lei 12.865 ao limitar as remessas internacionais à bancos autorizados a operar no mercado do cambio, favorecendo, mais uma vez, os bancos frente as demais instituições, mantendo os elevados custos para o cidadão.

Tulio Santos Jr 14/02/2020
28

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 36 encontrados.

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  • Ponto positivo: Precisamos ter uma forma de investidores estrangeiros trazerem dólares para contas brasileiras, favorecendo assim o investimento extrangeiro direto, e as partes que tratam de fintechs e bancos de pagamento também é muito importante, uma vez que facilita aos brasileiros converterem seus reais para dólares, e ajuda pequenas empresas exportadoras.

    Vitor Hugo Alves de Araujo 21/03/2021
    5
  • Ponto negativo: Favorece uma maior volatilidade cambial por atrelar a economia a uma moeda corrente sobre a qual o bc não tem controle. Basta olhar pra nossa vizinha Argentina pra saber que isso não dá certo. Ter conta em dolar nunca foi impedimento pra atrair investidor. Isso se faz com uma politica econômica crível e consistente. Exatamente o que não temos no momento.

    Ranoel Batista 16/02/2021
    1
  • Ponto positivo: Modernização da legislação. O resto é inveja da oposição que não conseguiu aprovar em mais de 30 anos.

    Carlos Roberto Zilli 11/02/2021
    5
  • Ponto negativo: A maior volatilidade econômica prejudica a maior parte da população

    Ligia 10/02/2021
    3
  • Ponto negativo: Favorece a especulação cambial

    Ligia 10/02/2021
    2
  • Ponto negativo: Vocês querem mesmo que isso aqui vire uma Argentina?

    Eliane Rio 10/02/2021
    2
  • Ponto negativo: Modernizar a legislação é algo esperado e benéfico, assim como aumentar a conversibilidade do Real no exterior. Porém, liberar o uso do dólar no mercado interno brasileiro e a possibilidade de contas em bancos nacionais é um caminho sem volta para a desvalorização da moeda. Queremos mesmo repetir os erros da Argentina? Não joguem o Real na lata do lixo, não abram espaço para um mercado paralelo/mercado negro cambial.

    Guilherme Tavares 10/02/2021
    0
  • Ponto positivo: A legislação atual está totalmente desatualizada. É de uma burocracia enorme que só atrapalha quem quer investir no Brasil. A nova legislação vai facilitar o ambiente de negócios e atrair mais investidores. Mais investidores, mais empregos e mais renda pra população.

    Clodoaldo 08/02/2021
    5
  • Ponto positivo: O Brasil precisa ter regras que sejam dinâmicas e levem o país a modernidade estamos estagnados.

    Beth Oliveira 12/01/2021
    3
  • Ponto negativo: Desvalorização do real e disparada do dolar. O Equador e a Argentina até hoje lutam pra reverter os efeitos de uma lei parecida e nós estamos indo no caminho contrário. Acorda, classe média, vc tá muito mais perto da classe pobre do que da burguesia que tanto deseja ser! E com a aprovação desse PL então...

    barb lima 29/12/2020
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

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