Enquete do PLP 229/2019

Resultado

Resultado parcial desde 02/10/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 54 73%
Concordo na maior parte 6 8%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 3 4%
Discordo totalmente 10 14%

O que foi dito

Pontos mais populares

Geração de empregos. Formalidade das empresas que trabalham de informalmente. Oportunidades para as pessoas fisicas se registrarem como Pessoa Juridica.

Douglas dos Reis Ribeiro 22/01/2020
5

Deveria ser mais transparente e, incluir nesse projeto a permissão para os Advogados optarem pelo MEI ao invés de ter que ir diretamente para o EIRELI.

Tiago Silva 22/01/2020
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Ponto positivo posso como MEI na área agroambiental e topografia abrir uma PJ com colegas da área ou seja uma sociedade que não precise ser uma ME. MEI para profissionais liberais vai desenvolver o país muito mais desencravando para que o profissional monte seu próprio escritório empresa individual

    EDI CARLOS PAULINO DE OLIVEIRA 23/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Beneficia dos 2 lados. Manter um funcionário com salário de R$1.412, a empresa ainda precisa recolher + R$ 505,20 de custos de encargos (FGTS, INSS, etc...). Valor esse que o MEI poderia receber totalitariamente. Ou seja, contratar o MEI e pagar R$ 1.917,20, o MEI só recolhe sua DAS mensal. Não esqueçam, MEI também recebe aposentadoria, auxilio maternidade, aux doença, aux reclusão, pensão por morte, desconto compra de veículo e alguns planos de saúde particulares dão desconto para MEI...

    edila fioravante 05/07/2024
    1
  • Ponto positivo: E um absurdo .. brasileiro só se arrebenta nesse país...falta de emprego vc tenta fazer alguma coisa pra sobreviver criaram o mei muito bom só q não deixam progredir não tem limite 81mil um absurdo um limite desse...quantos anos tá aii pra aumentar ninguém nen falam e uma vergonha

    FRANCISCO DAS CHAGAS FONTELES 14/05/2024
    2
  • Ponto negativo: se houver MEI para tudo, quem será contratado pela CLT? ninguém! estão exterminando os direitos trabalhistas.

    Iauars Biorerdla 13/05/2024
    1
  • Ponto negativo: Sistema de emissão através da prefeitura não vejo como uma boa opção, acho mais interessante que a utilização do sistema opcional a nível nacional ou estadual, existem prefeituras que tem condições técnicas e financeiras de desenvolver ou adquirir um bom sistema para o processo de emissão de notas, por outro lado terá prefeituras que não conseguirá atender bem, além da diferenças de interfaces entre cidades que pode dificultar a vida do empreedor ao procurar materiais de apoio para uso do sistem

    Nícola Serafim 21/11/2023
    0
  • Ponto positivo: Facilidade na abertura de novas empresas, sem a limitação e atividade, hoje em dia há muitos MEIs que estão com Cnaes errados por não poderem exercer sua atividade correta através do MEI. Além existem muitas pessoas que querem começar o negócio que tem a probabilidade de crescimento como o desenvolvimento de software por exemplo, mas não tem a condição financeira para arcar com os custos de uma empresa SN ou Regime Normal, devido a burocracia exigida neste regimes e custo alto de contabilidade

    Nícola Serafim 21/11/2023
    2
  • Ponto positivo: Ótima oportunidade de revisitar o tema e de, em relação às profissões de natureza técnica e intelectual,enfrentar uma interpretação duvidosa do artigo 966 do Código Civil,que ensejou,por exemplo, a exclusão do contador da hipótese de opção pelo MEI. Interpretação equivocada,há época,tendo em vista que se fizesse sentido, tais profissionais não poderiam constituir empresa de nenhuma outra forma.Ressalte-se,o tratamento não é referente à Micro Empresário Individual,mas Microempreendor Individual.

    RODRIGO MARTINS MOREIRA 29/10/2020
    3
  • Ponto positivo: Desburocratização da formalização e mais oportunidades para se empreender,sobretudo, para o profissional liberal recém formado que encontra grandes entraves por conta da dificuldade fiscal,tributária e a burocracia processual para começar a empreender.Louvável proposta!

    RODRIGO MARTINS MOREIRA 29/10/2020
    1
  • Ponto negativo: Vai ser bom para o contador. Além de ter que emitir nota fiscal, pior com administração de prefeituras. Que isso?

    Ronaldo Carlos de Oliveira Carvalho 14/03/2020
    0
  • Ponto positivo: Aumentará a oferta de prestação de serviço e, com a concorrência, baixará os preços.

    Jose Luiz Aparecido Figueiredo 24/01/2020
    0
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.