Enquete do PL 5207/2019

Resultado

Resultado parcial desde 24/09/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 421 92%
Concordo na maior parte 10 2%
Estou indeciso 3 1%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 18 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Reconhece legalmente, a importância e as atribuições da formação e do profissional no mercado de trabalho.

Luis Carlos Hereda 03/10/2019
39

A não aprovação gera a desvalorização do profissional que se preparou para exercer a função

Vera Lúcia Soares 03/10/2019
42

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 66 encontrados.

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  • Ponto positivo: A regulamentação do Tecnólogo em Segurança no Trabalho é indispensável, tal como a sua inserção na NR 4 para composição do SESMT. A carga horária e as disciplinas específicas estudadas nos dão respaldo para atuar na área de Coordenação, Supervisão e Gerenciamento dos SESMTs das empresas, abrindo vagas de trabalho e dando oportunidade a profissionais qualificados para atuação na prevenção de acidentes e doenças.

    MARCIO DUARTE RODRIGUES AULER 23/10/2025
    0
  • Ponto positivo: valoriza o tecnologo.

    HUMBERTO LUIS TEIXEIRA BUGS 24/04/2025
    0
  • Ponto positivo: Tá mais que na hora de regularizar esta profissão, tão importante na prevenção de acidentes de trabalho!

    JOSIANE DE FATIMA KORNOWSKI 08/01/2025
    0
  • Ponto negativo: Infelizmente as universidades não estão avisando seus alunos sobre a falta da regularização antes mesmo da matricula, isso é falho, pois certamente o aluno optaria pelo curso técnico para não ficar sem emprego. Por isso a medida de regulamentação é urgente, tanto para os alunos de CST quanto para as universidades.

    JOEL DOS SANTOS DE MORAES 03/01/2025
    1
  • Ponto positivo: A regulamentação do Superior em Tecnologia em ST é um grande avanço no reconhecimento, permitindo as empresas explorarem o melhor do curso e desses profissionais. Ainda, colocando os mesmos no mercado de trabalho de forma legal e que ainda aguardam o tão sonhado reconhecimento.

    JOEL DOS SANTOS DE MORAES 03/01/2025
    0
  • Ponto negativo: Se as faculdades oferecem estes curso de tecnólogo e não avisam que se for ver o técnico e melhor.... Isso é um descaso com os estudantes pq não autorizam essa lei logo,que essa graduação pagamos e suamos pra formar pra no final não ter reconhecimento no MT.

    NEIVERTON CUNHA DE ALCANTARA 21/12/2023
    1
  • Ponto positivo: A regulamentação da profissão de tecnólogo em segurança do trabalho, não prevista nas Normas Regulamentadoras, parece desnecessária. Aprovar cursos sem uma clara demanda de mercado e regulamentação definida pode levar a um desperdício de recursos e tempo. É fundamental que tanto as instituições educacionais quanto os estudantes realizem uma pesquisa aprofundada sobre o mercado e as exigências profissionais antes de se comprometerem com um curso. A responsabilidade é compartilhada.

    NEIVERTON CUNHA DE ALCANTARA 21/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Um avanço muito significativo, a saúde e segurança dos trabalhadores é um tema de extrema importância, e quanto maior e abrangente o leque de profissionais atuando nessa causa mais resultados positivos teremos.

    FERDICIANO DE ALMEIDA ANDRADE 17/11/2023
    1
  • Ponto negativo: Não concordo que a CLT não classifica os tecnólogos nos anexos da NR4

    Josielle Vasconcelo Lima 16/11/2023
    2
  • Ponto positivo: O tecnólogo é um profissional que precisa ter sua aprovação para compor um sesmt da empresa para atuar na gestão

    Josielle Vasconcelo Lima 16/11/2023
    1
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

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