Enquete do PL 5152/2019

Resultado

Resultado parcial desde 18/09/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 154 97%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

EVITA GASTOS COM O PROCESSO DE VENDA DO VEÍCULO.

Ayr Salles 01/12/2019
21

...por outro lado, facilitará que máfias atuem no ramo...

Kátia Maria Vainsencher 14/02/2020
1

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto positivo: Vi nos comentários que pode haver uma proximidade das "máfias" no setor específico de venda de veículos PCD. Porém, qualquer meio de compra e venda em nosso país, infelizmente, terão pessoas maliciosas. Por fim, não podemos focar nessa observação, mas sim, termos a desburocratização da venda em favor dos pais bem intencionados para em muitos casos adquirir carros mais novos com objetivo fim de continuar o tratamento específico do PCD.

    ALEXANDRO DOS SANTOS TELES 01/05/2025
    0
  • Ponto positivo: No estado de São Paulo já é possível obter a isenção do IPVA para veículos no nome do representante legal.

    FABIO DAMICO TRUFFA 22/04/2025
    0
  • Ponto positivo: É mais do que justo. Hoje comprar um carro pcd no nome do meu filho, precisa ser no nome dele. Depois na venda, preciso de autorização judicial, precisa gastar com advogado e esperar meses para o processo sair. PENA QUE ESTA DEMORANDO DEMAIS

    Camilo 31/10/2023
    4
  • Ponto positivo: Especialmente no caso de pais que possuem a curatela do filho (muito comum quando o filho não tem condições intelectuais de gerir a própria vida...) ou seja, o pai é civilmente responsável pelo filho, tornou-se um contrassenso que a venda do veículo tenha que ser autorizada judicialmente, até porque a compra do mesmo veículo foi decidida pelo independentemente pelo mesmo pai. Esta nova lei será uma reparação deste contrassenso. Grato!

    Luiz Labres 10/07/2021
    5
  • Ponto positivo: Acaba com a burocracia no ato da venda

    Genilson Gomes Gonçalves 07/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Vai facilitar bastante para os pais do incapaz, hoje a burocracia é enorme.

    CASSIA TOMIE ARIMURA ABREU 07/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Facilitaria na hora da venda do veículo uma vez que temos que gastar um dinheiro muito alto com advogado sendo que esse dinheiro poderia ser gasto com a família, sem contar o transtorno e demora para liberar o alvará

    Leanderson Coelho 06/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Só nós, pais sabemos o quão difícil é para cuidar dos nossos filhos. Tudo que vier para ajudar e facilitar, será muito bem vindo

    Cesar 06/07/2021
    5
  • Ponto positivo: Os pais que adquiriram o veiculo em nome de filho menor têm totais condições de representar o filho na venda. Além de evitar gastos e burocracia.

    Bruno 29/04/2021
    7
  • Ponto negativo: O controle deve ser realizado pelo poder público, este não pode a pretexto de garantir segurança transferir sua responsabilidade para a sociedade.

    Elizane Arruda Gaspar 02/12/2020
    0
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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