Enquete do PL 5136/2019

Resultado

Resultado parcial desde 18/09/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 63 83%
Concordo na maior parte 8 11%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 4 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Acabar com o comodismo dos alunos em relação a ser aprovado mesmo não fazendo suas atividades e nem alcançando notas!

Rinaldo Lucas 05/12/2019
17

Entre os alunos que não vão às aulas por saberem que atualmente podem ser aprovados sem fazer nada, também existem os alunos que moram muito longe das escolas, e que por esta razão, podem ter dificuldades em chegar nas aulas em seus devidos horários, por isso sinto que faltou acrescentar uma discussão sobre o transporte escolar para esses alunos, para garantir que vão conseguir ir à escola.

HUGO MAGALHAES SOUSA 20/07/2025
3

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Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto positivo: A Aprovação dessa PL pode enfim trazer alivios aos professores que estão vendo seus trabalhos indo pro ralo. Os estudantes estão se transformando analfabetos funcionais. E entendo que, é necessario sim melhorar o contexto social e de vulnerabilidade que esse estudante venha a passar, mas nao e aprovando esse aluno a todo custo que isso melhorará. Isso tem tornado o trabalhos dos professores inutil.

    ANDRE LUIZ DE BRITO TONELLE 18/12/2025
    0
  • Ponto negativo: Alguns alunos enfrentam dificuldades em determinadas disciplinas, e a realidade social vivida em suas comunidades e até mesmo em suas próprias casas, muitas vezes, é o principal fator que os impede de progredir na escola. Embora eu concorde com o fim da promoção automática, entendo que essa medida pode resultar em um aumento significativo na evasão escolar, especialmente entre os estudantes que já enfrentam vulnerabilidades sociais e educacionais.

    MARIO JORGE CELESTINO DA SILVA 26/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Como Professor, vejo que os alunos estão virando um analfabeto funcional, só estão nas escolas por alguns programas políticos. Alunos que estão no sexto ano do ensino fundamental, que não sabem ler. Ponto positivo é que todos que saem do ensino básico tem pelo menos sabendo ler. Aprovar alunos que não se interessam com o ensino e aprendizagem, é saber que estamos retroagindo com a educação de um País. Teremos um Brasil com mais pessoas que não consegue pensar e refletir sobre o seu convívio.

    CARLOS DE QUEIROZ 26/08/2025
    2
  • Ponto positivo: Sou educador formado a 25 anos, venho acompanhando a queda do desempenho dos alunos principalmente na disciplina de língua portuguesa desde que formei, pois a aprovação automática do aluno é o pior incentivo aqueles mesmos alunos que se acomodam a não aprender nada na certeza que ao final do ano será promovido de qualquer forma isso é um ultraje a educação pública que não cobra resultado dos alunos mas sim apenas do professor sendo que o maior prejuízo é da sociedade ao todo, modelo péssimo!

    ADRIANO SALES DOS SANTOS 21/08/2025
    2
  • Ponto positivo: Se faz, em caráter de urgência, aprovar a Lei que diz “não” a aprovação automática. Antes, eu só enxergava a reprovação como um ato punitivo, mas querem comparar a educação de outros países que não retém o aluno com a educação brasileira. Será que o “Todos pela Educação” têm consciência da situação das nossas escolas? Muitas delas não há sequer estrutura para oferecer um ensino de qualidade. E, acrescento, deveria ser incluído no PBF o rendimento do aluno, a família precisa ter responsabilizada.

    KATIA CILENE MOURA SANTANA 07/08/2025
    2
  • Ponto positivo: A deturpação da ferramenta da educação continuada em um sistema de "aprovação automática" praticada de maneira utilitarista pelos governos estaduaiis é uma das formas mais cruéis de exclusão e precarização do ensino público uma vez que são privilegiados os números de aprovados em detrimento da qualidade de ensino. O caos gerado pela aprovação automática afeta toda comunidade escolar. O Brasil precisa estar a altura dios BRICs tb na educação, por isso sou a favor do FIM DA AP. AUTOMÁTICA

    CARLOS UMBERTO ANTUNES PEREIRA 28/07/2025
    1
  • Ponto negativo: Entre os alunos que não vão às aulas por saberem que atualmente podem ser aprovados sem fazer nada, também existem os alunos que moram muito longe das escolas, e que por esta razão, podem ter dificuldades em chegar nas aulas em seus devidos horários, por isso sinto que faltou acrescentar uma discussão sobre o transporte escolar para esses alunos, para garantir que vão conseguir ir à escola.

    HUGO MAGALHAES SOUSA 20/07/2025
    3
  • Ponto positivo: Dá autonomia aos professores para avaliar os alunos de acordo aos seus desempenhos em sala de aula, e acaba com o comodismo de alunos que sequer tentam estudar por saberem que atualmente podem ser aprovados sem fazer nada. Ao começar a fazer a reprovação dos alunos que sequer vão às aulas, revela-se os verdadeiros índices da educação no Brasil, e isso nos ajudará a entender melhor sobre como está a eficiência dos métodos de ensino aplicados nas escolas brasileiras.

    HUGO MAGALHAES SOUSA 20/07/2025
    2
  • Ponto positivo: Os alunos que chegarem ao terceiro ano do ensino médio chegarão sabendo ler, escrever e resolver operações matemáticas de multiplicação e divisão; algo que aprendi ainda na antiga quarta série (hoje quinto ano).

    ALEX STELIO PEREIRA DE SANTANA 17/07/2025
    3
  • Ponto positivo: Acabar com o comodismo dos alunos em relação a ser aprovado mesmo não fazendo suas atividades e nem alcançando notas!

    Rinaldo Lucas 05/12/2019
    17
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.