Enquete do PL 4968/2019

Resultado

Resultado final desde 11/09/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 123 65%
Concordo na maior parte 15 8%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 4%
Discordo totalmente 43 23%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há ponto positivo nessa Lei. É só mais uma forma de usar inadequadamente os recursos expropriados do contribuinte.

Thiago Juliano de Freitas Simeão 30/08/2021
14

Parece que é de graça, mas não existe coisa grátis. O custo para manter esse programa acaba saindo do bolso de todos os brasileiros, principalmente daqueles que seriam o alvo do PL. A melhor solução seria a redução/isenção de imposto sobre o produto, que atualmente é aproximadamente 1/3 do seu preço. Por exemplo, um pacote c/ 32 unidades custa R$ 8,70, em média. Sem imposto, o custo por unidade seria R$ 0,19. Assim, o produto seria mais acessível e todas que precisam dele seriam beneficiadas.

Paulo Miguel do Amaral Rosa 27/09/2021
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto positivo: No momento que estamos vivendo, só vejo pontos negativos.

    Félix Medeiros 11/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Estamos saindo de uma pandemia que ainda está assolando a economia do mundo e quere aprovar um projeto desse agora, que só beneficia uma parte da população, é querer sangrar os cofres públicos. É pura irresponsabilidade aprovar isso agora, pois existem outros pontos mais críticos como alimentação, emprego e segurança, que merecem muito mais atenção nesse momento crítico que estamos passando.

    Félix Medeiros 11/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Num país que tem provisão para gastar bilhões com fundo eleitoral e emendas parlamentares, acho justíssimo que se atente às necessidades básicas do cidadão menos favorecido.

    HEVERSON ELIZEU NAVARRO 11/10/2021
    0
  • Ponto negativo: NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS Diminuam os impostos sobre insumos ou acabe com eles. Dizer que significa a mulher isso é lorota!! Dizer que é pelo pobre é mentira!! Os impostos tirados pelo estado para financiar esse tipo de política barata só prejudica quem é pobre! Àqueles que mentem sobre acesso digno: doem seus salários para abrigos ou comprem absorventes e distribuam. Mas PAREM de achar que isso é obrigação do Estado! QUANTO MAIS ELE AVANÇA MAIS OS POBRES DE FATO SOFREM.

    Julieta Rocha 11/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Projeto positivo, ainda mais partindo de alguém cujos correligionários vetaram projetos semelhantes enquanto governavam. Só deve indicar a fonte do custeio e o impacto nas contas públicas, pois está mal explicado.

    Antonio Cruz 11/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Estamos atrasados nesse aspecto. Deveria estar desde 2013, quando a Dilma vetou exatamente esse dispositivo na Lei 12.839 (MP 609). O mesmo se repetiu na cidade de São Paulo, com Fernando Haddad, que vetou o projeto de lei 55/2013. Bolsonaro deveria sancionar agora, mas para isso o projeto deve, realmente, indicar a fonte do custeio.

    Antonio Cruz 11/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Acredito que o projeto deveria ser demandado para os municípios, havendo o controle dele por cada prefeitura e câmara de vereadores. Algo que deveria ficar muito claro é que o absorvente é destinado exclusivamente a meninas pertencentes a famílias em vulnerabilidade social. De forma que famílias que tenham a condição de adquirir os absorventes não sejam beneficiadas por essa medida.

    Hudison Viturino 09/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Por que a lei não seria válida? Absorvente é saúde pois a higiene está totalmente integrada à mesma. Se camisinha é distribuída gratuitamente por que absorvente não pode? Aliás, nem seriam para todas as mulheres pois a lei visa beneficiar somente aquelas que não possuem renda para tal gasto.

    Felipe Braga 08/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Igualmente de gênero é permitir que as mulheres tenham os mesmos acessos a escola, assiduidade em ambientes dignos de seu desenvolvimento pessoal e profissional. Isso é saúde pública, algo necessário e urgente! Se nossos impostos fossem utilizados de forma honesta, não faltaria dinheiro nenhum para um projeto desse!

    Rayssa Pereira Zuccon Martins 08/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Nosso país está tomado por bandidos, não há preocupação c a população, a maioria, se não todos os políticos, se acham acima de todos e a mente deles, matutam 24 horas uma forma de desvio do $$ dos nossos impostos. Não há atualmente nenhuma medida aprovada pela câmara e senado em prol da população. Apenas conchavos para se perpetuarem no poder. Essa lei não passa de mais um lobbi entre tantos, onde os beneficiados são os empresários do setor e os políticos envolvidos na aprovação.

    Walter Lima 08/10/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei