Enquete do PL 4817/2019

Resultado

Resultado parcial desde 03/09/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 709 99%
Concordo na maior parte 6 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 2 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Reconhecimento da necessidade de um atendimento diferenciado para os portadores da síndrome de Ehlers Danlos

Fernanda Almeida 28/09/2019
29

ninguém passa por portador. não da para fingir! Ha teste genético!!! a pessoa para ter a Ehlers danlos passa por muitos médicos ate alguém descobrir.. Eu descobri somente quando fui a um reumatologista...depois geneticista...e agora equipe multidisciplinar. Tudo é muito caro!!! e A saude no brasil precisa ser mais inclusiva...precisamos de ajuda das leis sim!

monica 05/07/2022
28

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Exibindo resultados 1 a 10 de 75 encontrados.

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  • Ponto positivo: Durante anos sofri com dores, acompanhando com diversos profissionais sem um diagnóstico correto, agora graças a minha amiga q é secretária no hospital de base, pedi o encaminhamento para dra Neuzeli Lamari, que fez o diagnóstico correto, hj em pouco mais de um mês e meio, me sinto bem mais esperançosa, eu me encontrei, e conheci pessoas no grupo da hipermobilidade,que me entendem e passam o mesmo que eu.Nossa vida é uma luta constante, convivo com dores, problemas gastrointestinais, fadiga etc

    Paloma Susan Do Prado 27/07/2023
    7
  • Ponto positivo: Me sinto em situação de desigualdade! Não me enquadro como PCD porém tive que abandonar 2 empregos por não possuir a capacidade física de executa-los, para ser considerado PCD é necessário ter limitações do movimento, o contrário da SED! Quando pego peso luxo meus ombros e punhos. Não tem como fingir ser portador! Sou farmacêutico e tive que mudar de área para poder trabalhar em empregos que não exijam tanto esforço ergonômico. Sofro no transporte publico pois luxo minhas articulações facilmente

    Bruno Pereira 27/01/2023
    12
  • Ponto positivo: Aos 49 anos, e já na 10a cirurgia para corrigir problemas em válvulas, esfíncteres e articulações, finalmente encontrei um reumatologista que juntou todos os sinais e sintomas que que eu tenho e que levam ao diagnóstico de SED. Minha filha mais nova, com 18 anos, já fez 2 cirurgias e a mais velha também apresenta sinais da síndrome. São mais de 30 anos de sofrimento, consultas médicas e exames sem fim, ouvindo que é psicossomático de pessoas que não fazem ideia do que é ser portador de SED.

    Janaina Panizza 08/12/2022
    12
  • Ponto positivo: Sou portadora da Síndrome de Ehlers Danlos e sofri durante minha vida inteira com dor crônica, desde criança, sem que ninguém, apesar de centenas de consultas e exames tivessem detectado. Quando finalmente descobri o que tenho, tudo ficou absolutamente claro e se encaixou em minha existência! Porém somente descobri o que tenho, por mim mesma, ao me formar em psicologia, através do estudo das síndromes. Fiquei muito feliz por me encontrar! O preconceito sofrido a vida toda é traumático e triste!

    Clara Eliana Gemelli Dolejal de Matos 24/11/2022
    16
  • Ponto positivo: A SED decorre da ANOMALIA (DEFEITO/DEFICIÊNCIA) no tecido conjuntivo, por falha na sintetizaçâo. O colágeno está em presente quase no corpo inteiro, sua deficiência pode afetar a saúde física e mental do paciente. Problemas na articulação e órgãos internos dificultam as atividades da vida cotidiana. Dor e fadiga são imensuráveis. Ter SED é lutar todos os dias contra as doenças existentes e o preconceito, é estar constantemente sob efeito de remédio e evitar agravamento (incapacidade/óbito).

    Cynthia Mota 25/10/2022
    11
  • Ponto positivo: Ha muita falta de informação inclusive por profissionais da saude, educadores, ha falta informação em grande parte dos meios, é muito importante o trabalho da divulgação para que esta doença genética possa ser conhecida, para que o estigma ligado a ela possa diminuir e que a inclusão possa ocorrer, assim como os direitos constitucionais devidos a quem precisa de ajuda e apoio das leis no País.

    monica 05/07/2022
    12
  • Ponto negativo: ninguém passa por portador. não da para fingir! Ha teste genético!!! a pessoa para ter a Ehlers danlos passa por muitos médicos ate alguém descobrir.. Eu descobri somente quando fui a um reumatologista...depois geneticista...e agora equipe multidisciplinar. Tudo é muito caro!!! e A saude no brasil precisa ser mais inclusiva...precisamos de ajuda das leis sim!

    monica 05/07/2022
    28
  • Ponto positivo: É de extrema importância a melhoria do tratamento dessa síndrome, a saúde e o atendimento hospitalar público para essa categoria cada vez mais se mostra em situação de precariedade! Sendo assim, é justo e necessário melhorias para a classe; assim cumprindo os direitos constitucionais vinculados a saúde.

    Lucas Roriz Zeschau 08/06/2022
    8
  • Ponto positivo: Maior inclusão dos pacientes portadores da Síndrome de Ehlers Danlos em todas as portarias possíveis de apoio e a disseminação a todos, por meio de revistar, entrevistas, jornais, blogs, canais de internet e a conscientização de todos sobre essa doença.

    Quezia Ainoã 01/06/2022
    12
  • Ponto positivo: Qnd pequena deslocava o ombro, com o tempo foi piorando e começou a deslocar tudo, já operei o maxilar, além da parte das articulações a SED afeta a minha parte gástrica e cardíaca, hipotensa. Os vasos são elásticos e com isso não da pressão p o fluxo sanguíneo, já fiz 3 ablacoes cardíacas e vem a disautonomia que eu do nada desmaio por causa da pressão baixa e complicado emagrecer pq se caminhar o joelho solta já tenho esporão no calcâneo e a coluna dói isso tudo com 34 anos imagina mais velha

    Vanessa Lima 18/05/2022
    11
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).