Enquete do MSC 371/2019

Resultado

Resultado final desde 23/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 403 35%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 744 64%

O que foi dito

Pontos mais populares

Israel , o país mais democrático e com melhor exército do Oriente Médio e um dos melhores em tecnologia mundial.

Geise Tézon Leal 18/04/2021
71

Ishell é um regime de APARTHEID, o ÚNICO DO SÉCULO XXI. Uma VERGONHA PARA A HUMANIDADE. CONGRESSISTAS VOTEM PELA PAZ E SOLIDARIEDADE ENTRE OS POVOS, VOTEM CONTRA O VERGONHOSO ACORDO. CEBRAPAZ-PR

Francisco Manoel De Assis França 15/04/2021
61

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 131 encontrados.

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  • Ponto positivo: Está aliança trará imenso benefícios para o Brasil. Israel é a nação mais democrática do Oriente médio.

    JANETE DE OLIVEIRA TROLLES 03/06/2021
    1
  • Ponto negativo: O povo judeu nunca foi um estado sempre teve varias etnias judaicas distintas pelo mundo, os ultraortodoxos Neturei karta pregam que judeus foram dispersos pelos seus pecados, eles são antisionistas lutam contra apartheid contra os palestinos, essa parceria da elite burguesa brasileira, militares, igrejas neopentecostais com estado fascista de Israel para testar armamentos contra os palestinos e roubar suas terras, e as perseguições cristãs contra judeus historia, e os cristãos palestinos???..

    Thomas Ravelly Batista dos Santos 02/06/2021
    1
  • Ponto negativo: Não estamos em condições no atual momento realizar acordos com um Estado que promove limpeza étnica e desrespeita totalmente as resoluções da ONU e ainda por cima, negar o direito reconhecido a um estado palestino.

    Jeanne Magalhães 02/06/2021
    2
  • Ponto negativo: Absurdo! Querer armar mais ainda um exército que faz ao nosso povo preto o mesmo que Israel faz com o povo Palestino, massacre, genocídio. Não, não vamos compactar com isso!

    Isabella Germano 02/06/2021
    2
  • Ponto negativo: Apoiar a política de Israel é apoiar o genocídio.

    Marcelo Geléia 02/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Jamais poderia apoiar ligação com um estado colonialista (assumido), invasor e genocida (principalmente nos últimos 70 anos). Apoiar essa medida é compactuar com essas ações que vão contra direitos básicos e aceitar as atrocidades cometidas contra os palestinos.

    Ariany Esteves 01/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Basta de genocídio do povo da palestina

    Giovanna Aguiar Pires 01/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Associar-se a limpeza étnica que Israel vem promovendo é um crime e desrespeita acordos internacionais! Nunca nenhum governo Brasileiro apoiou qualquer sociedade com Israel, agora não pode ser diferente!

    Mirvat Feres Amin 01/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Não podemos, é inaceitavel compactuar e sermos cúmplices de um estado que oprime, segrera e aniquila uma população. O exército norte americano ja treiou com o de Israel por conta dessas parcerias e financiamento, e vocês conseguem ver claramente que a brutalidade dos oficiais israelenses contra palestinos é semelhante à dos norte americanos contra os negros. Não me venham com o papo de que tem que devolver o que os "terroristas" iniciaram,pq o único estado e genocida que deu início foi ISAREL

    Amani El Zahab 01/06/2021
    0
  • Ponto negativo: Não podemos tomar lados na questão Israel/Palestina.

    Nicolas Oliver 31/05/2021
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei