Enquete do PDL 523/2019

Resultado

Resultado final desde 21/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 51%
Concordo na maior parte 2 5%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 17 42%

O que foi dito

Pontos mais populares

O uso da base, a possibilidade de trazer divisas para o país e o resguardo da soberania nacional.

Carlos Eustáquio 26/08/2019
6

Ausência de transparência no uso do espaço; nenhuma reciprocidade em vantagens oriundas do "acordo"; ocupação inaceitável de uma base brasileira por uma potência estrangeira.

Juliana Medeiros 03/09/2019
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto negativo: Perda da soberania de parte do território nacional, imposição de atraso tecnológico - proibição do desenvolvimento de foguetes pelo Brasil - , não compartilhamento de tecnologia pelos EUA e imposição de barreira à parceria com a China.

    Felipe Martins de Azevedo 24/10/2019
    1
  • Ponto negativo: Entrega da soberania e independência nacional.Ficaremos subordinados a interesses estrangeiros.Vergonhoso e lamentável que os governantes concordem com essa barbaridade. A contrapartida não foi cumprida pelo país estrangeiro. A entrega da base simboliza uma subserviência obscena.

    Kalel Pessanha 23/10/2019
    3
  • Ponto negativo: Pode-se prever um numero consideravel de militares e técnicos norte americanos, que poderão estabelecer restrições de acesso à base em nome da segurança pessoal.

    Francisco Diacopulos 21/10/2019
    1
  • Ponto positivo: Trará renda para o Estado do Maranhão desenvolvendo atividade economica para os municipios limitrofes à base de lançamento.

    Francisco Diacopulos 21/10/2019
    5
  • Ponto negativo: É inadimissível, uma base com o potencial de lançamentos de foguetes a um custo baixo ser alugada para um governo estrangeiro sem trabalho cooperativo e transferência de tecnologia. Isso é postura de país atrasado. É não para esse acordo.

    Zeca Arruda 17/10/2019
    4
  • Ponto negativo: falta de autonomia brasileira e o deslocamento de 300 famílias quilombolas devidamente adaptadas ao seu ambiente.

    Andre George Moricz 10/10/2019
    4
  • Ponto positivo: uma miséria de $$$$ pelo aluguel

    Andre George Moricz 10/10/2019
    2
  • Ponto positivo: Desenvolvimento para toda região de Alcântara, São Luiz e cidades circunvizinhas (como Kourou, Texas e Flórida). Bem como muitas divisas ao País e entrada no mercado Aeroespacial.

    Hugo Yamashita CN 09/10/2019
    5
  • Ponto negativo: Inaceitável a restrição ao desenvolvimento do programa espacial brasileiro que já é embargado pelo EUA que não vendem componentes para Brasil usar nos seus lançadores. O EUA irão poupar 30% nos lançamentos e faturando um mercado bilionário que ficaremos de fora.

    luiz fernando villas boas 05/09/2019
    6
  • Ponto positivo: Desenvolvimento através de tecnologia. Todos os estados e cidades deste país devem ter a chance de evoluir em diversas áreas, através deste nível de tecnologia.

    John Bobby 05/09/2019
    6

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.