Enquete do PL 4606/2019

Resultado

Resultado parcial desde 20/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.693 77%
Concordo na maior parte 26 1%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 31 1%
Discordo totalmente 745 21%

O que foi dito

Pontos mais populares

Excelentíssimos legisladores, não há ponto positivo em tal proposição, visto que a Bíblia goza de reconhecimento histórico, como texto sagrado da religião cristã, e não carece de engessamentos desta natureza. As autoridades constituidas pelos ramos do cristianismo são bastante competentes para zelar por esta questão e não há necessidade de ingerência por parte do Estado Brasileiro.

V. Frari 05/05/2022
162

Absurdo essa PL, nota-se que o deputado não conhece a Constituição. O Estado é laico. Tantas coisas importantes para votar: tabela do imposto de renda, reforma administrativa, reforma do código penal, reforma do código civil, fim do foro privilegiado, etc. Absurdo!!!

Raquel Onofre 04/05/2022
95

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 237 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: O ESTADO( GOVERNO) NÃO PODE SER O "FISCAL" DA PALAVRA DE DEUS!!! O QUE PARECE SER PROTEÇÃO NA REALIDADE É UMA ARMADILHA !!! A IGREJA É DO SENHOR JESUS CRISTO,ESTADO E IGREJA DEVEM ESTAR CADA UM NO LUGAR ONDE DEUS OS COLOCOU !!!! INFELIZMENTE PESSOAS SEM LEITURA,ESTUDO TEOLÓGICO SÉRIO VÊEM NISSO UMA " BENÇÃO" !!!

    RUTH ROSSINI 10/03/2026
    1
  • Ponto negativo: O Estado não deve emitir opinião sobre a Palavra de Deus, pois ela se basta por si só. Ela não depende do Estado para ser. O Estado não tem competência para tal. A partir do momento que se entregar para o Estado o poder de legislar sobre a Bíblia, acaba a liberdade religiosa. De certo que esse PL foi feito coberto de boas intenções, mas, como dito popular, "de boas intenções o inferno está cheio".

    SANDRO PIAZZI DAVILA 10/03/2026
    2
  • Ponto negativo: não concordo com essa pl querem nos tornar em uma Evangelistão em uma ditadura religiosa Como vão fazer com as diferenças de texto entre o Catolicismo e o Protestanismo? O Congresso vai decidir o que a Bíblia diz isso é perigoso não queremos tornar igual ao outro país que é guiado pelo livro religioso!

    PEDRO FELIPE VIVIANI DE AQUINO 29/10/2025
    5
  • Ponto negativo: Que projeto mal pensado. Qual versão (ou quais versões) da Bíblia serão impedidos de alteração? Existem dezenas de traduções diferentes! O original nem é em português! E quanto às revisões gramaticais? E quanto ao direito de produzir obras derivadas, garantido pela liberdade de expressão? E desde quando o nosso governo, laico, deve gastar tempo e dinheiro públicos para impedir o exercício da nossa liberdade de expressão? Afinal, a Bíblia foi escrita há muitos anos, já é domínio público.

    DANIEL ERLICH 29/10/2025
    4
  • Ponto negativo: E qual vai ser a versão consagrada? A utilizada pela Igreja Católica, ou a utilizada pelos protestantes, ou pelas Testemunhas de Jeová, ou pelos judeus messiânicos, ou a TEB? O cânon da igreja etíope seria proibido em território nacional? Já existem diferenças entre as versões que circulam e é nada menos que ridículo o estado laico legislar sobre matéria religiosa. O próximo passo será proibir outras crenças ou a leitura de livros de outras religiões?

    Thiago Jose Vieira da Silva 05/04/2024
    4
  • Ponto positivo: Infelizmente nos deparamos cada vez mais com a intolerância religiosa, o antissemitismo tem aumentamentado consideravelmente, sendo assim, precisamos ter a liberdade religiosa resguardada por lei, mesmo que em nossa Constituição já conste faz-se necessário especificar certos temas para resguardar a fé cristã.

    ANDRESSA LIMA 09/12/2023
    6
  • Ponto positivo: Concordo com a PL4606/19, a própria Bíblia condena qualquer alteração na sua mensagem! Esse livro é um manual de vida e é o mais vendido no mundo, a mensagem contida nele gera salvação de almas e mudanças de atitudes, suas palavras vem acompanhadas de inspiração divina e permite ao leitor ter uma experiência com o Criador. Aqueles que não querem mudar de atitudes podem ler outros livros sagrados, mas não podem adequar a Bíblia nas suas atitudes para se sentir bem!! Edilson Pereira - Engenheiro

    Edilson Pereira 09/12/2023
    6
  • Ponto negativo: Como pode-se determinar quais das versões da Bíblia é a Sagrada? Realmente, acredito não haver base para determinar isso. A menos que for dar privilégios a determinadas denominações religiosas, pois no contexto geral cada uma tem as suas versões mais ou menos ajustadas a seus interesses ou crenças. O Estado deveria se preocupar com o livro Caixa, esse sim, tem condições e todo o aparato para controlar.

    Cristiano Mellitz 19/11/2023
    7
  • Ponto positivo: Acho positivo. Embora a CF diga que o Estado é laico. Nada impede que atores de partidos de Esquerda e adoradores de Terroristas, entre outros, levem um pedido aos Supremos ou Supremacistas e estes alterem a palavra Divina e o direito de divulgá-la, o que já estão tentando! Quem é contra, ou é desinformado ou tem má intenção! Cuidado!

    KATIA GB Corretora e Arquiteta 30/10/2023
    12
  • Ponto negativo: Simplesmente esse tema diz respeito aos grupos religiosos que têm a Bíblia como livro sagrado. Existem várias versões de traduções, qual delas será parâmetro para esta lei? Simplesmente não faz sentido o Estado legislar sobre este assunto.

    Almir Roberto Borges 23/10/2023
    9
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    Dispõe sobre o piso salarial do profissional Farmacêutico.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei