Enquete do PL 4356/2019

Resultado

Resultado parcial desde 08/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 29 6%
Concordo na maior parte 13 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 4 1%
Discordo totalmente 500 91%

O que foi dito

Pontos mais populares

Artistas e técnicos são profissionais como todos outros de classe que por direito trabalhadores deste país.

JOHNNY ROCHA 01/10/2019
38

Caro Deputado, já é difícil viver de arte neste país. Não temos quase nenhum direito: baixa remuneração, carga horária excessiva são realidades. Sou um profissional e sei disso. Tirar o registro é colocar os artistas mais ainda na informalidade.

Geovane Barone 30/09/2019
36

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 61 encontrados.

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  • Ponto positivo: Liberdade de expressão artística é um direito constitucional. Exigir diplomas ou aceitação de sindicatos não protegerá a sociedade de danos a terceiros causados por maus profissionais (assim como acontece na medicina, engenharia etc), e faria sentido apenas na época da Ditadura Militar, o período em que a lei do DRT entrou em vigência. Isso sem contar que, salvo algumas raras exceções, o conteúdo audiovisual brasileiro sempre foi uma piada e uma cópia de estrangeiros (Hollywood e vanguarda).

    Gabriel Thomé Garcia 06/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Se o STF decidiu que o registro dos músicos, que era praticamente a mesma coisa do DRT, é inconstitucional (ADPF 183), por que isso seria diferente para o audiovisual?

    Gabriel Thomé Garcia 06/07/2023
    0
  • Ponto negativo: O projeto não foi submetido a uma comissão que entenda de cultura e da realidade dos trabalhadores da área cultural. Superficialmente parece positivo, mas banaliza a profissão como fizeram com o jornalismo.

    Alessandro 23/06/2020
    1
  • Ponto positivo: Apenas os sindicatos ganham com toda essa burocratização da profissão. A arte é resultado da livre expressão e aqueles cujo talento é verdadeiro serão reconhecidos pelo mercado pelo que são e produzem. O artista hoje em dia não é valorizado pela exigência do DRT, se assim fosse não teríamos tantos artistas ganhando pouco mesmo possuindo o registro. Apenas uma minoria é privilegiada com altos rendimentos. O acesso a expressão da arte não deve ser desencorajado pelos processos burocráticos.

    Anderson da Silva Souza 06/06/2020
    1
  • Ponto positivo: A aprovação da mesma trará inclusão como um todo para muitos que possuem talento para o mercado artístico e não possui condição de possuir o DRT, colocando em vigor o que a classe tanto defende “liberdade de expressão”.

    Igor Melo 10/01/2020
    3
  • Ponto negativo: o empregador querer pagar qualque valor ao ator ou atriz

    Chris Nascimento 13/11/2019
    1
  • Ponto positivo: ter liberdade artística sem precisar de registro

    Chris Nascimento 13/11/2019
    2
  • Ponto negativo: Artistas precisam de reconhecimento

    Samara El Said 09/10/2019
    1
  • Ponto negativo: Somos profissionais e a luta pra sermos respeitados é lenta e árdua! Tirar a obrigatoriedade do DRT é um retrocesso nessa luta por respeito e dignidade!!!

    Roberta Monteiro 07/10/2019
    4
  • Ponto negativo: Deixa em aberto a possibilidade de produtoras não firma um vinculo de direitos para os artistas. Acredito que deveria esta presente que a liberação do qual se trata esta lei é para pequenas produtoras ou artistas autônomos.

    Luiz Filho 07/10/2019
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei