Enquete do PL 4325/2019

Resultado

Resultado parcial desde 07/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 204 95%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 11 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Fogos com barulho fazem crianças, idosos, animais, doentes e outros, sofrer, e muito. Ninguém tem o direito de se divertir ou depender de renda oriunda do sofrimento de outro. Quem já viu uma pessoa autista sofrendo com fogos barulhentos entende a crueldade da prática.

Débora Peter 15/10/2019
26

não existe fogos silenciosos. Muitas pessoas ficaram desempregadas. Os fogos são tradição...faz muito mais barulho, uma moto, buzinas. Barulhos que são muito mais prolongados que os fogos. Até trovão assusta o cachorro, quem vai proibir?

Assobrapi 20/08/2019
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: Existem fogos silenciosos sim. Algumas cidades brasileiras já adotaram, várias cidades européias tb. Comparar fogos com trovão não tem nada a ver: fogos é feito pelo homem, um trovão é a própria natureza. Dou meus parabens pela iniciativa.

    Renata Tavares 26/12/2021
    6
  • Ponto positivo: Importante projeto para salvar a saude mental de pessoas e animais.

    Lia A. Pereira 26/12/2021
    6
  • Ponto positivo: Vem em boa hora. É um escárnio com a liberdade individual e com a coletividade essas explosões insalubres. Em último caso, que se desenvolva fogos luminosos com baixo impacto sonoro.

    Pedro Niederauer Martins 25/12/2021
    4
  • Ponto positivo: Qualquer tipo de barulho é coisa de gente sem educação. Pra comemorar não precisamos atrapalhar a vida de outros. Excelente projeto, parabéns! Tenho cães e gatos em casa, é triste vê-los desesperados com foguetórios. Sem contar todas as pessoas q tb passam pelo mesmo desespero. Proíbam sim.

    Adelina D Souza 25/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Quando se trata de fogos de artifício não estamos falando apenas de animais que tem medo, estamos falando de autistas que tem crises de choro por conta do barulho, estamos falando de crianças que se assustam e de idosos também! Achei ótima a proposta

    Ana julia 25/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Amém! Finalmente pensaram em algo para acabar com o sofrimento dos animais nos períodos festivos.

    Kelly Mota 25/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Obrigada! Fogos barulhentos são prejudiciais para crianças, idosos, autistas e animais. Causam acidentes e são perigosos. Quanto aos empregos, só hipocritas citam isso, pois quando inventaram is CDs quem produzia vinil não morreu de fome. Quando apareceu o caixa eletrônico, qual era caixa de banco não morreu de fome: migraram para outros trabalhos. A venda de fogos silenciosos vai prosperar também.

    Renata Almeida 25/12/2021
    1
  • Ponto positivo: essa cultura RIDÍCULA deve ser exterminada. NUNCA seu direito de expressar sua felicidade deve ultrapassar o limite da paz de NINGUÉM.

    Átila Cirano 25/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Proposta maravilhosa! Que possamos ser ouvidos pelos demais e a proposta seja aprovada! Pessoas e animais agradecem!!

    Viviane Lisboa 31/12/2019
    16
  • Ponto positivo: Gratidão deputado por lutares para uma qualidade de vida melhor para humanos e animais... estamos juntos!!! Protetora Cristiane Duarte Pelotas Rio Grande do Sul

    Cristiane Borges Duarte 16/10/2019
    22
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei