Enquete do PL 4275/2019

Resultado

Resultado parcial desde 07/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 46%
Concordo na maior parte 2 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 4%
Discordo totalmente 26 46%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deixar que a família seja responsável pela educação dos seus filhos. O Estado deve intervir apenas no que o cidadão não consegue resolver.

Eliana Ribeiro dos Santos 27/09/2019
8

Segundo Nietzsche, filósofo antigo: quando combatemos injustiças cometendo outras, tornamo-nos aquilo que tentávamos corrigir. Não se pode agredir uma criança, que será o futuro do país, e esperar que ela melhore.

Arthur 02/11/2019
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: A empatia nasce na disciplina. A dimensão da dor no outro, o reconhecer o desconforto alheio por um ato de pirraça, maldade, violência. O crescimento de que dói na criança agredida, pelo desconforto da disciplina na criança agressora.

    WELINGTON JOSE FERREIRA 30/10/2022
    0
  • Ponto positivo: A memória humana é dependente da emoção, do cheiro, da sensação, do timbre, dos sons, das sensações, e também dá dor. A criança usa o campo dos sentidos e das sensações para formar as pontes que interligam as memórias. A palavra e sua dimensão semântica nada produzem na criança cujo início intra uterino é um mundo subaquático, envolto na escuridão. A palmada, a repreensão, o grito, registram as imagens, reforçando comportamentos bons e ensinando o impróprio através do desconforto.

    WELINGTON JOSE FERREIRA 30/10/2022
    0
  • Ponto positivo: Confundiram violência e crueldade com o toque. O corpo cresce com o esforço, as práticas terapêuticas incluem apertos, tapas, esfregões e não classificamos como ato cruel, desumano ou violento. O esporte submete o corpo a violência, ao esforço e mesmo a dor sem a qual não há crescimento mental, resiliência, resistência e força. Há uma mentira filosófica, uma desonestidade semântica, para condenar todo tipo de disciplina ainda que cause desconforto, mesmo dor, essenciais para memória de eventos

    WELINGTON JOSE FERREIRA 30/10/2022
    1
  • Ponto negativo: Todos os estudos científicos atuais apontam que qualquer tipo de castigo físico ou moral degradante não contribui para a aprendizagem ou "bom comportamento" do infante. Pelo contrário, mostram que a "palmada" aumenta a probabilidade de distúrbios. O princípio de proteção à criança é matéria de Estado sim. Essa revogação só criará indivíduos adoecidos, que mais tarde terão que ser atendidos pelo sistema de saúde do país, que já é defasado e sobrecarregado.

    Leonardo Alves 12/07/2021
    3
  • Ponto positivo: Se os pais não podem ter independência para educar seus filhos de acordo com seus princípios Morais e familiares, melhor não ter filhos. Estamos vivendo num mundo que ridiculamente transforma uma simples palmada num crime de coerção física, uma bronca em voz alta numa coerção moral, dizer não aos filhos vai causar traumas e por aí vai, fomentando uma geração de petulantes, arrogantes, desrespeitosos e fúteis e isso vai se propagando de geração a geração. Deplorável.

    Elisangela Cordeiro 20/05/2021
    2
  • Ponto positivo: O Estado não deve interferir na vida privada e na organização familiar! Compete única e exclusivamente à família a administração de suas ações. Os casos de abusos devem ser tratados por leis penais já existentes!

    Ronildo Santos 21/07/2020
    2
  • Ponto negativo: Responsabilidade e respeito não se conquistam com violência e pelo medo, e sim com diálogo, limites, com "não", com bons exemplos, oportunidades, educação de qualidade e com muito muito amor. A violência doméstica já é uma realidade em inúmeras famílias brasileiras, mesmo sendo crime. Que dirá se for normalizada por este PL .

    Ana Lucia Faustinoni Silva 13/07/2020
    7
  • Ponto positivo: Deve ser dos pais a responsabilidade de educar seus filhos.

    Jaciara Dos Santos 02/04/2020
    5
  • Ponto negativo: Segundo Nietzsche, filósofo antigo: quando combatemos injustiças cometendo outras, tornamo-nos aquilo que tentávamos corrigir. Não se pode agredir uma criança, que será o futuro do país, e esperar que ela melhore.

    Arthur 02/11/2019
    10
  • Ponto negativo: É uma lei que interfere muito no âmbito familiar, fugindo da competência do Legislativo

    yuri bezerra 17/10/2019
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.