Enquete da MPV 892/2019

Resultado

Resultado final desde 07/08/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 245 29%
Concordo na maior parte 10 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 15 2%
Discordo totalmente 576 68%

O que foi dito

Pontos mais populares

Contribui com a sustentabilidade; reduz gastos para os empresários

Lindaura Moreira 09/08/2019
38

DESEMPREGO

Mirna G. Lima 09/08/2019
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 138 encontrados.

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  • Ponto positivo: A maioria esmagadora da população não entende nada de demonstrações financeiras e não lê isso nos jornais. Imprimir em tempos de internet é algo descabido. Vamos economizar para tirar o Brasil da lama.

    Marcio Reginaldo Vitti 18/11/2019
    0
  • Ponto negativo: Com o dinheiro gasto em publicação, a empresa tem como gerar mais empregos.

    Laerte Magni 13/11/2019
    0
  • Ponto positivo: Diminui o custo para as empresas.Sou contador e não leio as páginas de balanços.Economia de papel . Gera menos lixo, apesar de ser reciclável o jornal.

    Laerte Magni 13/11/2019
    0
  • Ponto positivo: Publicação e jornais (mídia obsoleta) é um gasto desnecessário para as empresas.

    Edson S. Pinto 13/11/2019
    0
  • Ponto positivo: Economia para as empresas. Simplesmente isso!

    Roberto 13/11/2019
    0
  • Ponto positivo: A leitura das demonstrações contábeis em jornal é obsoleta. Quando necessário, tanto bancos quanto fornecedores solicitam as demonstrações diretamente as empresas. Portanto, ponto positivo para redução de custos nas empresa.

    Leni Penning 13/11/2019
    0
  • Ponto positivo: Economia de papel (recursos naturais), inserção da informação onde interessa (ninguém que se interessa por esse tipo de informação a lê no jornal), diminuição das despesas das empresas, evitando demissão. Acesso gratuito à informação sem precisar comprar jornal.

    Fernando Reis 06/11/2019
    0
  • Ponto positivo: Estamos na era da tecnologia, não faz sentido uma publicação impressa obrigatória. A divulgação pode muito bem ser feitas em sites ou de preferência registrada em blockchain para maior segurança dos dados.

    Rafael Barros da Silva 06/11/2019
    1
  • Ponto negativo: transparência das informações

    Mauricio Lopes 05/11/2019
    0
  • Ponto negativo: perde a transparência, que fica registrado no impresso.

    Jose Mario Borges 04/11/2019
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PLP 229/2023

    Regulamenta a aposentadoria especial dos Agentes Comunitários de Saúde e de Agentes de Combate às Endemias definida no §10 do art. 198 da Constituição Federal.

  3. PL 502/2024

    Cria o Estatuto Geral das Guardas Civis Patrimoniais Municipais e dá outras providências.

  4. PEC 18/2022

    Acrescenta o § 9º-A ao art. 198 da Constituição Federal, para criar piso salarial diferenciado para os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias detentores de formação técnica, nos termos que especifica.

  5. PL 434/2021

    Institui o Estatuto do Nascituro, que dispõe sobre a proteção integral do nascituro e dá outras providências.

  6. PL 3416/2015

    Regulamenta a profissão de Arteterapeuta e dá outras providências.