Enquete da PEC 108/2019

Resultado

Resultado final desde 09/07/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11.317 50%
Concordo na maior parte 358 2%
Estou indeciso 66 0%
Discordo na maior parte 298 1%
Discordo totalmente 10.776 47%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os conselhos não precisam de extinção, e sim de TRANSPARÊNCIA.

Gonçalves Gonçalves 10/07/2019
123

Transformar em direito privado uma atividade que é de obrigação do estado.

Patrícia 09/07/2019
207

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 2537 encontrados.

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  • Ponto negativo: O registro em um determinado conselho não dirá se você é um bom ou mau profissional, dirá apenas que você tem registro.

    Wendell Moura 04/11/2021
    1
  • Ponto positivo: totalmente apoiado a PEC 108, pelo fim do exame de ordens ja que passamos uma graduação de 4 anos.

    Andreia Maria De Sousa Maria 21/10/2021
    1
  • Ponto positivo: totalmente apoiado a PEC 108, pelo fim do exame exame de ordem.

    Andreia Maria De Sousa Maria 21/10/2021
    1
  • Ponto negativo: O profissional passa anos no curso, aí quando termina, ainda precisa pagar para exercer a profissão.

    fernando sousa 02/10/2021
    2
  • Ponto positivo: Esses "conselhos, todos" apenas arrecadam dos profissionais e autuam os contribuintes, verdadeiro sanguessugas da sociedade.

    fernando sousa 02/10/2021
    4
  • Ponto positivo: Nunca exerci a profissão de Administrador e sou obrigada a pagar anuidade. Entrei duas vezes com protocolo de cancelamento de registro no CRA-DF, o primeiro foi negado e o segundo está na fila para avaliar desde antes da pandemia. Enquanto isso, vão arrecadando e enrolando. Não sei mais o que fazer para cancelar o meu registro. Esse Conselho é muito inútil, nem fiscalizam os concursos em que as vagas deveriam ser para Administrador, porém o edital diz que é para qualquer nível superior.

    Arlete Lety 19/09/2021
    1
  • Ponto negativo: Sou contra essa medida. Conselhos Profissionais são órgãos de autorregulação profissional, que prezam pelo Interesse Público, nas quais os próprios profissionais - responsáveis por um determinado campo de responsabilidade profissional - são capazes de legislar sobre seus próprios assuntos técnicos, coisa que pessoas leigas não terão capacidade. Essa medida, ao desobrigar e enfraquecer os Conselhos Profissionais, desprofissionalizam profissões importantes que protegem a sociedade.

    Gustavo Carolino 12/09/2021
    1
  • Ponto positivo: 1• Concordo em Gênero, Número e Grau, afinal é a ideia do governo atual (liberdade econômica); 2• Mas tem que mudar também legislação sobre a criminalização no Brasil; 3• profissional ruim vai existir atuando no mercado, seja com ou sem conselho de classe, o que vai fazer diferença é quando o ruim cometer seu erro ele ser arbitrado com leis de verdade, que o considerem um criminoso/culpado, e aí, quem vai querer trabalhar com criminoso ??? O mercado por si só se auto-controla.

    Abner Planater Planater 06/09/2021
    3
  • Ponto positivo: diminuir ou acabar com valor de anuidade, imagine somente nesse ano de 2021 sou obrigado a pagar de anuidade e juros multa quase R$ 3.000,00.

    osenilson dos santos crisostomo 02/09/2021
    3
  • Ponto positivo: Imagina ter que pagar a maior anuidade entre os conselhos. Imagine ainda pagar taxa para cada trabalho executado, e são taxas consideráveis, imagina ter que fazer isso para cada serviço ou nota fiscal. Imagina que além desses pagamentos para tudo, o processo é lento, burocrático. Considere também que a maioria dos representados por esse conselho trabalham como analistas e não recebem o piso. Essa é a realidade dos engenheiros. O sistema CREA CONFEA tem que acabar urgentemente.

    Jorge José Fernandes Filho 25/08/2021
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei